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Oscar Roberto de Godoi evita falar sobre erro no Parque Antarctica
Quarta-feira, 13 Dezembro de 2000, 21h41
Atualizada: Quarta-feira, 13 Dezembro de 2000, 21h43

São Paulo - "Não falo mais nada sobre esse jogo. Vocês só me procuram para falar de erros de arbitragem, nunca para falar de coisas boas e bonitas", responde Oscar Roberto de Godoi ao pedido de entrevista. Era a chance para ele explicar o motivo de haver levado Palmeiras e Vasco a 51 minutos de jogo no segundo tempo, terça-feira, no Palestra Itália, depois de assinalar que concederia três minutos de acréscimo.

Fica difícil falar de coisas boas da arbitragem depois do que aconteceu, você não acha? "Quando me recuso a falar sobre erros, estou dando um passo a mais para que a imprensa procure os árbitros para matérias positivas. Se não tiver pergunta boa, desligo já". Assim terminou a tentativa de entrevistar Oscar Roberto de Godoi.

Oscar está em fim de carreira. Afastado da Federação Paulista no ano passado, transferiu-se para o Paraná, onde foi considerado o melhor árbitro do ano. Sua carreira sempre foi marcada pela língua solta e por muita polêmica. Em 1995, o goleiro uruguaio Léo Pertcovitch, do Guarani, disse que foi ofendido por ele durante uma partida. "Esse é apenas um gringo sujo a mais que vem ganhar dinheiro no Brasil", foi a sua resposta na época.

Em 20 de março de 1995, apitou o clássico entre São Paulo e Corinthians e foi punido por 20 dias por Eduardo José Farah, presidente da FPF, por haver ofendido jogadores e jornalistas. Expulsou Rogério Pinheiro, do São Paulo, e foi acusado por Júnior Baiano de estar bêbado em campo.

Godoi negou todas as acusações e fez, a pedido de Farah, exame de sangue e de urina. Os resultados deram negativo, o que o inocentou de acusações de uso de estimulante ou de bebidas alcoólicas. Godoi processou Júnior Baiano. "Me associaram a um fato negativo e senti como existem pessoas que gostam de humilhar os semelhantes. Quem me conhecia sabia que não era verdade. Mas, e quem não me conhecia?", disse Godoi em abril de 1996.

Agora, depois do erro na contagem de tempo do jogo entre Palmeiras e Vasco, Godoi reconhece que sua carreira internacional chegou ao fim. Fica cada vez mais difícil matérias que falem bem de arbitragem.



Agência Estado


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