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Crie narrativas envolventes e torne as conversas mais interessantes

No nosso texto de hoje, você poderá se informar melhor sobre estratégias que o ajudarão a manter conversas mais interessantes!

25 set 2019
08h00
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Oi, Speaker!

O que você sente quando tem que iniciar uma conversa com um novo cliente ou com uma pessoa com quem não tem muita intimidade? Muitas pessoas simplesmente se paralisam, sem saber o que falar ou como agir.

Atualmente, tempos nos quais o networking tem um papel ainda mais relevante no crescimento profissional, saber criar narrativas envolventes para se tornar uma pessoa mais interessante deve ser uma preocupação de todo profissional, esteja ou não imerso no mercado de trabalho.

Criar uma narrativa envolvente demanda uma série de ações: ter conhecimentos sobre o que está acontecendo no mundo, saber falar sobre assuntos que fogem da mesmice, ter uma boa comunicação verbal e não-verbal, dentre muitas outras.

No nosso texto de hoje, você poderá se informar melhor sobre estratégias que o ajudarão a manter conversas mais interessantes, que podem ser aplicadas nos mais diversos tipos de situações de exposição de fala, sendo elas apresentações em público, entrevistas de emprego ou reuniões! Fique por dentro!

Foto: Shutterstock

Mas, afinal, o que é uma narrativa interessante?

Você pode estar pensando que “narrativa interessante” é algo bem subjetivo. Oras, nem tudo o que é interessante para uma pessoa tem o mesmo impacto em outra, certo? Sim, é verdade. No entanto, as narrativas interessantes têm certos padrões em comum, que não necessariamente definem quais conteúdos são interessantes e quais não são. Não se trata tanto do que se fala, mas, sim, de como se fala.

Em outras palavras, todos os assuntos (sim, todos eles) podem ser interessantes, desde que o orador (quem fala sobre) consiga criar uma narrativa envolvente. Isso quer dizer que, atentando-se para certos cuidados e posturas, é possível falar de uma forma que chame a atenção das pessoas, o que aumenta bastante as chances de estabelecer conexões e manter um networking – uma rede de contatos – desejável.

Quais são esses cuidados e posturas?

1. Não menospreze o poder de perguntar

Você provavelmente já foi em algum evento da sua empresa no qual teve que conversar com pessoas importantes para o seu networking, a sua rede de contatos. Fazer isso pela primeira vez pode ser intimidador, especialmente porque, nessa situação específica, há um propósito profissional na relação que se deseja criar.

Um erro muito comum, nesse e em outros cenários, é focar em si mesmo. A ansiedade por mostrar quem somos e o quanto somos capazes pode ter o efeito contrário: prejudicar e muito a nossa imagem.

O poder de perguntar, se interessando genuinamente pelo que o outro vai responder, quebra muitas barreiras. E, mais que isso, permite que, quando seja a nossa vez de ter a palavra, saibamos o que falar para interessar o outro. É isso mesmo: perguntar é conhecer aquilo que o outro tem a dizer, o que nos abre caminho para tomar nossas próprias decisões nessa interação.

2. Cultive novas experiências para sair da mesmice em suas conversas

Ser uma pessoa interessante é meio caminho andado para criar narrativas envolventes. “Ora, Livia, mas o que isso significa?”. Especialmente no âmbito corporativo, os assuntos tendem a obedecer a um padrão. Ou seja: as pessoas acabam falando sempre do mais-do-mesmo. Quando há alguém que traz novas pautas para a roda de conversa, inevitavelmente esse alguém conseguirá a atenção dos demais.

E como ser uma pessoa mais interessante? Ampliando o seu leque de conhecimento e de experiências, deixando de focar apenas na sua área e investindo em atividades que podem te tornar alguém mais rico culturalmente. Novas habilidades, viagens fora dos roteiros comuns, conversas com quem vem de experiências diferentes das suas... tudo isso contribui para ser mais interessante e fugir da mesmice.

3. Saiba contar uma história

Você se lembra quando eu disse que qualquer assunto pode ser abordado de uma forma interessante? Pois bem, a habilidade de contar uma história tem um papel relevante nisso.

Incluir, na sua narrativa, uma experiência pessoal, de uma pessoa ou de uma comunidade, por exemplo, torna a sua fala mais humana, mais empática. Quem não gosta de ouvir uma boa história?

Saber contar uma história é organizar o pensamento em uma narrativa bem estruturada e, mais que isso, harmonizar a linguagem não-verbal (voz, expressões faciais, postura e gestos) para impulsionar o que está sendo dito.

Lembre-se: ser interessante em uma conversa ou outra situação de exposição de fala é o que muitos chamam de “falar bem”. E ninguém nasce sabendo como falar bem! Essa é uma competência, que, como tal, deve ser desenvolvida através de informação e aprimorada por meio da prática constante!

 

Fonte:

https://www.thespeaker.com.br/como-a-comunicacao-revela-detalhes-sobre-voce/

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The Speaker
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