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A inteligência emocional e como se relaciona à comunicação

Esse conceito tem ganhado muito destaque nos últimos tempos, está relacionado à outra definição: as soft skills.

12 set 2019
08h00
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Speaker! Tudo bem?

Você sabe o que é inteligência emocional?

Esse conceito, que embora não seja recente, tem ganhado muito destaque nos últimos tempos, está relacionado à outra definição: as soft skills.

Soft skills são um conjunto de competências, tais como, se comunicar bem, ouvir os demais, entender dinâmicas não-faladas em processos comunicacionais, exercer liderança, despertar empatia e ter pensamento criativo.

Ao contrário do que acontece com habilidades “convencionais” – aquelas que são inseridas e comprováveis pelo currículo – as soft skills são parte da inteligência emocional, característica que tem sido tão valorizada como outras para quem deseja ascender profissionalmente.

Se você quer entender melhor o que é inteligência emocional e como ela está ligada à comunicação, chegou ao lugar certo. Siga a leitura e saiba tudo sobre esse assunto!

Foto: Shutterstock

O que é inteligência emocional?

Inteligência emocional pode ser definida de formas diferentes. Ainda assim, todos os conceitos têm a ver com a capacidade de conhecer, controlar e lidar com os próprios sentimentos e emoções, especialmente em situações chave, quando as pessoas estão sob pressão.

As definições mais recorrentes de inteligência emocional consideram cinco os parâmetros essenciais que a compõem, sendo eles: a autoconsciência, o controle emocional, a consciência social, a gestão de relacionamentos e a autoconfiança.

A autoconsciência e o controle emocional são, basicamente, a competência de identificar nossos padrões e saber como reagimos a determinadas situações, logrando controlar o que sentimos e como atuamos.

A consciência social e a gestão de relacionamentos, por sua vez, estão ligadas à habilidade de nos vermos como parte de uma sociedade, explicitando a importância de interagir e escutar aqueles que nos rodeiam. Mais que isso, permite conhecer e saber como lidar com emoções alheias, mantendo uma boa comunicação interpessoal.

Já a autoconfiança pode ser entendida como a capacidade de se liberar de padrões negativos, direcionando emoções para um equilíbrio e uma ascensão pessoal e profissional.

Por que a comunicação está tão ligada à inteligência emocional?

Em situações de exposição de fala, a relação entre comunicação e inteligência emocional se faz ainda mais explícita. Nas apresentações em público, por exemplo, é indispensável que o comunicador saiba direcionar suas emoções, controlar a forma como reage a determinados contextos, entender a dinâmica não-falada de sua audiência e, ainda, mediar conflitos se necessário.

Todas essas habilidades, como vimos no tópico anterior, são inteligência emocional. Por isso mesmo, inteligência emocional e boa comunicação caminham lado a lado. Quem tem desenvolvida a inteligência emocional será capaz de se comunicar com pessoas de diversos perfis e em uma grande variedade de contextos.

Por outro lado, através dos cinco pilares dos quais falamos anteriormente, os comunicadores podem definir estratégias de argumentação e persuasão. Sendo assim, algumas características que fazem parte da inteligência emocional e, ao mesmo tempo, comuns em bons comunicadores, são:

- Entender que comunicação é troca

Um dos empecilhos para se tornar um bom comunicador é insistir em considerar a comunicação como um processo unilateral, no qual apenas uma das partes transmite informações. Entender que a comunicação é uma troca e que tanto o comunicador como a sua audiência são ativos nesse processo é o primeiro passo para se expressar melhor.

Dito isso, é importante ressaltar que ouvir os outros é indispensável. Por essa razão, ser um bom comunicador envolve ter essa habilidade desenvolvida. Quando ouvimos aqueles com os quais dialogamos, conseguimos definir melhores estratégias para traçar os rumos da nossa própria fala, melhorando, com isso, nossa própria performance.

- Conseguir usar as emoções ao seu favor

Como vimos, conhecer e controlar nossas emoções faz parte da inteligência emocional. Essas competências, quando pensamos em comunicação, são mais que essenciais. Se procurarmos os discursos considerados os melhores da história, veremos que têm algo em comum: transmitem emoção.

Lograr utilizar as emoções positivamente, com o intuito principal de inspirar os demais, é uma competência que diferencia comunicadores medianos e bons comunicadores. Ter harmonia entre conteúdo e expressões faciais, saber envolver a audiência ao abordar o tema do qual falaremos e dosar a emoção em determinados trechos são apenas algumas dessas habilidades.

 

Desenvolver a comunicação pessoal é, ao mesmo tempo, investir em inteligência emocional. Afinal, esses dois conceitos são complementares e se mesclam mutuamente.

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Fonte:

https://www.thespeaker.com.br/inteligencia-emocional-comunicacao/

 

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