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Haddad defende elevação da isenção do Imposto de Renda

Vice de Lula nas eleições 2018, ex-prefeito paulistano também criticou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e pediu votos para o PT

28 ago 2018
13h42
atualizado às 14h14
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O candidato a vice-presidente pelo PT na chapa do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, Fernando Haddad, defendeu nesta terça-feira, 28, em ato de campanha na Baixada Fluminense a elevação do valor de isenção do Imposto de Renda (IR) e a cobrança progressiva de tributos sobre atividades financeiras, conforme o nível de juros cobrado do cliente final.

Em discurso num carro de som, pouco antes de começar uma caminhada por uma rua de comércio popular em São Gonçalo, região metropolitana do Rio, Haddad citou as propostas do programa de governo do PT. Para a tabela do IR, a proposta é estender a isenção até o valor de cinco salários mínimos. Já a tributação do sistema financeiro seria usada como incentivo para redução dos juros.

O ex-prefeito de São Paulo e candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Haddad (c), faz ato acompanhado de Marcia Tiburi, candidata do PT ao governo do Rio, do senador Lindbergh Farias (PT), candidato à reeleição, e da deputada federal Benedita da Silva (PT), e da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), no Estaleiro Aliança, em Niterói, no Grande Rio, na manhã desta terça-feira, 28.
O ex-prefeito de São Paulo e candidato a vice-presidente na chapa de Luiz Inácio Lula da Silva (PT), Fernando Haddad (c), faz ato acompanhado de Marcia Tiburi, candidata do PT ao governo do Rio, do senador Lindbergh Farias (PT), candidato à reeleição, e da deputada federal Benedita da Silva (PT), e da deputada federal Jandira Feghali (PCdoB-RJ), no Estaleiro Aliança, em Niterói, no Grande Rio, na manhã desta terça-feira, 28.
Foto: Fábio Motta / Estadão

"Quanto mais juro o banqueiro cobrar, mais imposto vai pagar", afirmou Haddad, completando que, com a redução dos juros ao consumidor final, "a economia vai rodar".

Haddad também criticou o impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff e pediu votos para o PT. "O 'golpe' conseguiu quase tudo, mas não conseguiu evitar as eleições", afirmou Haddad.

A caminhada em São Gonçalo é o segundo ato de Haddad na agenda de campanha no Rio. Mais cedo, visitou o Estaleiro Aliança, em Niterói, na região metropolitana do Rio.

O senador Lindbergh Farias (PT-RJ), a candidata do PT ao governo fluminense, Marcia Tiburi, as deputadas federais Jandira Feghali (PCdoB-RJ) e Benedita da Silva (PT-RJ) participaram do ato ao lado de Haddad.

À tarde, está prevista uma entrevista coletiva de Haddad. À noite, o ex-prefeito paulistano segue para Belo Horizonte, onde cumpre agenda ao lado do governador de Minas, Fernando Pimentel (PT), e de Dilma.

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Estadão

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