Netflix planeja grandes demissões, diz site
Rumores indicam cortes no serviço de streaming, os primeiros de grande porte desde 2022, impactando diversas áreas da empresa
A Netflix planeja uma rodada iminente de demissões que pode atingir até 5% de seus funcionários, marcando seu maior corte desde 2022. A reestruturação reflete a pressão no setor de streaming e o momento financeiro delicado da empresa, que viu suas ações caírem mais de 40% no último ano e o engajamento crescer apenas 2% no primeiro semestre. O cenário reforça a admissão do co-CEO Ted Sarandos de que a plataforma precisa acelerar seu ritmo de expansão.
A Netflix está se preparando para uma rodada de demissões, com rumores indicando que os cortes no serviço de streaming serão significativos. Embora a empresa tenha se recusado a comentar sobre o assunto, fontes próximas à situação descrevem a redução de pessoal como iminente e de grande proporção.
O cronograma exato para o início das demissões ainda não foi definido publicamente. Especulações apontam que os cortes poderiam começar já nesta semana ou se estender até a próxima. A revista Puck estima que a medida pode afetar até 5% da força de trabalho da companhia, refletindo a pressão no setor.
Desde 2022, a Netflix não realizava cortes de pessoal de grande escala, sendo a mais recente uma redução de dezenas de funcionários na divisão de produtos em fevereiro. Demissões têm se tornado uma prática recorrente e regular em diversas empresas do setor de mídia, indicando um cenário de reestruturação.
A plataforma de streaming tem enfrentado desafios no mercado financeiro. Suas ações registraram uma queda superior a 40% no último ano, à medida que Wall Street intensifica a análise sobre o engajamento dos espectadores. Este, por sua vez, cresceu apenas 2% no primeiro semestre do ano.
O co-CEO da Netflix, Ted Sarandos, abordou a questão do crescimento em uma conferência da Bloomberg na semana passada. Ele afirmou: "No geral, não estamos crescendo tão rápido quanto eu gostaria, e estamos trabalhando para acelerar esse crescimento", reconhecendo a necessidade de expansão mais robusta.
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