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Bolsonaro libera 4ª e 5ª parcelas de auxílio, mas menores

Benefício emergencial foi acertado com Paulo Guedes, segundo o Presidente, mas ajuda deve deixar de existir

4 jun 2020
22h42
atualizado em 5/6/2020 às 07h30
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O presidente Jair Bolsonaro afirmou na noite de quinta-feira, 5,

Bolsonaro e Guedes deixam o Palácio da Alvorada
27/04/2020
REUTERS/Ueslei Marcelino
Bolsonaro e Guedes deixam o Palácio da Alvorada 27/04/2020 REUTERS/Ueslei Marcelino
Foto: Reuters

 que acertou com o ministro da Economia, Paulo Guedes, o pagamento de uma quarta e uma quinta parcelas do auxílio emergencial de 600 reais do governo federal para informais e outras categorias durante a pandemia do novo coronavírus, mas ressalvou que o valor será menor.

"Já anunciei que vai ter, já acertei com Paulo Guedes, a quarta e a quinta parcelas do auxilio emergencial, vai ser menor do que os 600 reais para ir exatamente partindo para o fim", disse Bolsonaro, em uma transmissão semanal feita por suas redes sociais.

Até o momento, o governo já pagou duas parcelas do auxílio.

O presidente afirmou que cada uma das parcelas corresponde a quase 40 bilhões de reais, valor esse maior do que as 13 parcelas anuais para manter outro programa de transferência de renda, o Bolsa Família.

Mas disse que a ajuda vai deixar de existir e fez nova defesa da volta do comércio, dizendo que não houve uma maior perda dos empregos no país graças às medidas econômicas tomadas pela equipe de Guedes e chanceladas pelo governo.

Mais cedo, o presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo aia (DEM-RJ), pediu que a prorrogação do auxílio emergencial seja discutida em conjunto com a equipe econômica e que o governo se posicione oficialmente sobre o assunto.

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