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Repórter é ameaçado por pai de menina de 2 anos que morreu após ser atacada por pitbull

Um repórter do SBT é ameaçado pelo pai de uma menina de 2 anos que morreu após ter sido atacada por um pitbull

22 jul 2025 - 09h39
(atualizado às 12h03)
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Repórter é ameaçado por pai de menina de 2 anos que morreu após ser atacada por pitbull
Repórter é ameaçado por pai de menina de 2 anos que morreu após ser atacada por pitbull
Foto: Reprodução/ SBT / Contigo

O repórter André Azeredo do SBT, foi alvo de ameaças durante a cobertura da morte de uma criança de dois anos, vítima de um ataque de Pitbull, na manhã desta segunda-feira (21), em Hortolândia, no interior paulista. A tragédia ocorreu quando a família se preparava para levar a menina à creche, mas o cachorro da residência atacou a criança no corredor do terreno. Um vizinho acionou a polícia para conter o animal, que estava agressivo.

Como foi o ocorrido?

No momento em que a equipe do SBT chegou ao local para registrar a reportagem para o telejornal "Alô, Você", o pai da vítima reagiu de forma agressiva diante das câmeras. Abalado pela morte da filha, ele ameaçou fisicamente o jornalista. "Se pisar na minha calçada, eu vou te agredir, parceiro. Vem pra cá pra você ver", declarou o homem, visivelmente transtornado. Mesmo mantendo a distância, Azeredo tentou conversar, mas foi novamente intimidado. "Atravessa aqui pra você ver, a reportagem vai ser sobre você e não minha filha", reagiu o pai da menina.

Outros familiares precisaram intervir para tentar acalmar a situação, mas o homem continuou alterado, especialmente após ser questionado se era o proprietário do cão. O clima permaneceu tenso, com novas provocações. "Você é homem? Quantas bolas você tem?", desafiou o pai da criança, recusando qualquer possibilidade de diálogo com o jornalista.

Em conversa posterior com Luiz Bacci, apresentador do "Alô, Você", André Azeredo relatou o episódio. Segundo ele, a gravação do momento em que foi ameaçado só aconteceu após o início das agressões verbais. "Ele tava nervoso e nos ameaçou antes de qualquer filmagem", explicou o repórter, destacando o clima delicado e a dificuldade da cobertura em um cenário de sofrimento extremo. A reportagem precisou ser interrompida diante da situação.

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