Renata redobra prestígio após entrevistas com presidenciáveis e Tralli recebe críticas pela 1ª vez
Globo consegue ampla repercussão nas redes sociais e reforça o valor de seu jornalismo, ainda que desagrade a muitos
Renata Vasconcellos teve o protagonismo nas sabatinas com presidenciáveis na Globo.
Nas seis edições do ‘Entrevista com o Candidato’, a apresentadora foi assertiva e dominante.
Destacou-se ao cobrar respostas objetivas e corrigir desinformações. Sempre elegante, sem sinal de arrogância.
Enfrentou alguns entrevistados com vestígios de machismo sem precisar se alterar e, muito menos, baixar o tom.
Ainda que seja a imagem da mulher branca e intelectual de classe média alta, a jornalista consegue se colocar como representante das brasileiras de todas as classes e cores.
Junto à competência no ofício há um carisma que faz diferença.
Renata se mostrou bem-preparada e atenta ao longo da maratona de entrevistas.
Não deixou passar imprecisões nem delongas.
Chegou a ajudar o colega César Tralli quando ele não encontrava a folha com uma pergunta importante para Flávio Bolsonaro.
Com o papel em mãos, ela tomou a iniciativa de iniciar o questionamento e, generosa, passou a pauta para Tralli dar sequência.
O âncora viveu sua grande prova de fogo desde que assumiu a bancada do ‘Jornal Nacional’ em novembro de 2025.
Quase unanimidade, ele se viu pela 1ª vez alvo de críticas pela performance diante dos presidenciáveis.
Tralli não cometeu nenhum erro. Apenas estava menos incisivo e confortável do que nas sabatinas com candidatos ao governo de São Paulo e à prefeitura da capital paulista.
Talvez essa memória de sua atuação em eleições regionais anteriores tenha sido o motivo da frustração de quem foi às redes sociais para reclamar dele.
No geral, a dupla funcionou bem, com respeito mútuo na bancada e tratamento equilibrado aos entrevistados.
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