Agora empresária, Monique, do BBB12, lamenta falta de acolhimento na Globo após trauma que gerou expulsão: 'Sinto até hoje'
Nesta entrevista ao Purepeople, Monique recorda com carinho a trajetória no 'BBB 12', conta os planos para sua marca de cosméticos e fala sobre o desejo de se tornar uma voz em defesa das mulheres vítimas de abuso sexual.
Dizem que os dias que mudam nossa vida começam de forma completamente banal. Foi assim para Monique Amin, uma jovem de 23 anos, estudante de Administração. Em 2011, ela se preparava para chegar ao estágio quando foi abordada por um "olheiro" que fez o convite que a colocaria nas casas de todo o país por três meses.
Meses de espera e muitas seletivas depois, Monique entra no "BBB 12" e faz da espontaneidade - despretensiosa até demais para quem concorria a um prêmio de R$ 1,5 milhão - seu principal trunfo para se destacar na competição. Intensa e humana, foi eleita "gente fina" e "intrigueira" em proporções muito semelhantes em uma enquete publicada pelo UOL na época.
Monique aproveitou o "BBB" como quem tem certeza de que está diante de uma vivência única. Dançou, beijou, curtiu os shows e chorou, seja pelas incertezas do jogo ou pelas roupas duvidosas enviadas pela produção.
Sua trajetória também foi marcada por um trauma. Um participante se aproveitou de Monique em um momento de vulnerabilidade após uma festa. Daniel Echaniz foi expulso, segundo Pedro Bial, por "infringir as regras do programa" e por "um comportamento gravemente inadequado" - eufemismo falido para abafar o que, hoje, a sociedade sabe que tem nome: abuso.
14 anos depois de deixar o reality, Monique se destaca no universo da beleza e se tornou uma das diretoras de venda de uma empresa global de cosméticos. Ela se prepara para um novo passo muito importante e, ainda esse ano, quer lançar a própria marca. Além diss...
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