Câmera cai ao vivo durante link da Globo News e Andréia Sadi comete gafe: 'Eu tô no ar?'
Câmera cai ao vivo enquanto Andréia Sadi realizava link na Globo News
A jornalista Andréia Sadi passou por um imprevisto na Globo News quando a câmera caiu ao vivo enquanto noticiava o cancelamento do debate presidencial da TV Globo. A emissora suspendeu o evento após intimações judiciais sobre a presença de candidatos e púlpitos, gerando forte reação de entidades como ABERT, ANER e ANJ. As associações manifestaram repúdio à intervenção da Justiça, classificando a decisão como um excesso judicial e uma violação à liberdade de imprensa e às regras acordadas.
Nesta quinta-feira (1), Andréia Sadi passou por uma situação inusitada durante o Em Pauta, informativo da Globo News. A jornalista realizava um link após a TV Globo cancelar o debate de primeiro turno que seria feito com os candidatos à presidência e a câmera caiu ao vivo.
"Eu não sei se eu tô no ar. Eu tô no ar? Tô", disse a repórter ao ser respondida logo em seguida. "Não tá fácil a noite dessa gente", comentou um internauta no X, antigo Twitter. "Até a câmera está desmaiando", ironizou outra. "Estão perdidos, né? Não conseguem trabalhar com o imprevisível", alfinetou uma terceira.
A câmera da Globo News indo com Deus. pic.twitter.com/8qV1ly0BlY
— Sérgio Santos (@ZAMENZA) October 2, 2026
ASSOCIAÇÕES SE MANIFESTAM SOBRE DEBATE CANCELADO PELA GLOBO
Várias associações resolveram se manifestar após a TV Globo cancelar o debate por causa de duas intimações que recebeu, uma exigindo a retirada do púlpito que representaria Lula (PT), que optou em não ir ao evento, e outra acatando a presença de Renan Santos (Missão).
"A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão (ABERT), a Associação Nacional de Editores de Revistas (ANER) e a Associação Nacional de Jornais (ANJ) se solidarizam com a TV Globo e manifestam profunda indignação com a intervenção judicial nas regras previamente definidas que levou ao cancelamento do último debate presidencial do primeiro turno", inicia o texto.
"As entidades entendem que a interferência não se trata apenas de uma imposição de obrigações, sem previsões em lei, contra uma emissora privada. É, sobretudo, uma agressão à liberdade de imprensa ao forçar a condução do debate em desrespeito a regras acordadas há meses entre a emissora e os partidos", destacam.
"Infelizmente, os excessos judiciais atropelaram o direito de os cidadãos terem acesso às propostas dos candidatos que, conforme prevê a lei eleitoral, já tinham sido convidados e se dispuseram a participar do debate", finaliza o comunicado.
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