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Tragédia no Monte Rinjani: pai acusa guia de negligência após morte de Juliana Marins

Família responsabiliza guia e equipe de resgate por deixar brasileira sozinha durante trilha perigosa, revelando detalhes impactantes

1 jul 2025 - 09h55
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A morte da publicitária Juliana de Souza Pereira Marins, de 26 anos, no Monte Rinjani (Indonésia), ganhou novos desdobramentos. Em entrevista ao Fantástico, seu pai, Manoel Marins, apontou negligência do guia e deficiências no protocolo de resgate do parque nacional.

Reprodução/ Instagram
Reprodução/ Instagram
Foto: Mais Novela

O que aconteceu?

No dia 20 de junho de 2025, após relatar cansaço durante a trilha, Juliana foi deixada sozinha pelo guia, que se afastou por até 50 minutos para fumar. Durante esse intervalo, caiu cerca de 300 metros (memória da família confirma queda de 300 m) e ficou presa até ser resgatada quatro dias depois. O pai cita falhas como falta de ancoragens e demora em acionar a Defesa Civil.

Monte Rinjani é o segundo vulcão mais alto da Indonésia (3.726 m), com trilhas classificadas como difíceis, terreno instável e baixa visibilidade — acidentes já ocorreram com outros turistas.

Relato da família de Juliana Marins

Manoel narrou que o guia utilizou apenas "uma corda sem ancoragem" na tentativa de resgate. A mãe, Estela Marins, lamentou em entrevista: "Esses caras mataram minha filha". A irmã Mariana pontuou dificuldades no acesso e acesso à informação contraditória.

Linha do tempo

  • 20/jun/2025 - Juliana some após queda
  • 21/jun - Visualizada por drone ainda consciente
  • 24/jun - Corpo encontrado por equipes indonésias
  • 25/jun - Resgate terrestre devido a mau tempo e risco de helicóptero
  • 27/jun - Autópsia confirma hemorragia e fraturas, sem hipótese de hipotermia. Estimativa é que tenha falecido cerca de 20 minutos após a queda
Mais Novela
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