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Pinturas da adolescência de Kanye West são reavaliadas em R$ 15 milhões

Coleção de cinco obras criadas nos anos 1990 em Chicago pertence a um colecionador de Washington

3 mai 2026 - 14h09
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Pinturas e desenhos feitos por Kanye West na adolescência, quando estudava artes em Chicago, foram reavaliados em US$ 3,1 milhões (aproximadamente R$ 15 milhões na cotação atual) — um salto expressivo em relação aos US$ 16 mil a US$ 23 mil (aproximadamente R$ 80 mil) atribuídos às mesmas obras quando apareceram no programa Antiques Roadshow, da PBS, em 2021. A nova avaliação foi realizada no fim de 2025, seguindo o Uniform Standards of Professional Appraisal Practice (USPAP), e divulgada pelo empresário e colecionador de arte Vinoda Basnayake, de Washington D.C., que adquiriu as peças após vê-las no programa.

Foto: Frank Mullen/WireImage / Rolling Stone Brasil

https://www.youtube.com/watch?v=IfHDgmDow2s

A coleção reúne cinco obras produzidas por West durante a adolescência, quando estudava na Polaris School, em Chicago, em meados dos anos 1990. Entre elas está um desenho de sua mãe, Donda West, datado de cerca de 1995 e avaliado individualmente em US$ 335 mil (R$ 1,6 milhão). Basnayake não revelou quanto pagou pelas obras no momento da compra, devido a um acordo de confidencialidade, mas decidiu tornar pública a nova avaliação após a repercussão online do caso.

Segundo Basnayake disse ao Page Six, a avaliação original "perdeu o ponto principal porque tratou o trabalho como arte de celebridade comum, que, por si só, geralmente não comanda grande valor". A nova avaliação, por sua vez, enquadrou as peças de outra forma: "As obras deveriam ser contextualizadas como o capítulo de abertura da jornada criativa de Kanye West, alguém que se tornaria um dos produtores, artistas musicais e estilistas mais vendidos de toda uma geração", afirmou o avaliador, segundo Basnayake.

A valorização ocorre em um momento delicado para West. Desde 2022, o rapper tem acumulado declarações antissemitas e racistas, que levaram ao rompimento de contratos comerciais, incluindo a parceria com a Adidas, que encerrou a linha Yeezy, e prejudicaram sua imagem pública. Mais recentemente, depois do lançamento de Bully (2026), West foi impedido de entrar no Reino Unido para se apresentar no Wireless Festival, que acabou cancelado após a retirada de patrocinadores. O rapper também decidiu adiar um show que aconteceria na França após o ministro do Interior francês, Laurent Nuñez, dizer que estava explorando "todas as possibilidades" para impedir o show dele no estádio Orange Vélodrome, em Marselha.

Rolling Stone Brasil Rolling Stone Brasil
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