Pra Ficar de Olho: um dedo de prosa com Renan Benini
Em entrevista, Renan se aprofunda no universo de seu disco solo de estreia e turnê ao lado de Vitor Brauer e Jair Naves
Há quem diga que o mineiro cultiva o silêncio para, no momento certo, assustar o mundo com o tamanho do que produziu em segredo. Renan Benini, conhecido pelo barulho visceral e pelas paredes de distorção que levanta há anos na Lupe de Lupe, passou mais de duas décadas deixando que melodias escritas na adolescência, no piano de sua avó, curtissem o tempo necessário para virar bicho grande.
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O resultado desse processo é São Francisco, 31, seu recém-lançado primeiro álbum solo, que completou um mês de vida no último dia 8. Mas o sossego dura pouco: em agosto, ele junta forças com o parceiro de banda Vitor Brauer e com a intensidade dramática de Jair Naves (Ludovic) para rodar o país em um formato cru de power trio.
Tivemos a oportunidade de conversar com Renan sobre desapego, a calmaria que assusta mais que a microfonia, e o orgulho de fazer história longe dos holofotes do mainstream - curiosamente, um dia antes do álbum completar um mês no mundo, afinal, isso é algo Pra Ficar de Olho. Descubra sobre e aproveite o dedo de prosa abaixo.
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