Os desafios de criar palcos para marcas e artistas no Brasil
Rodrigo Tavares fala sobre os maiores desafios do mercado de festivais, shows e turnês
O mercado de shows no Brasil vive um momento de transição tanto na produção quanto no consumo. Criada há oito anos para abrir espaço a artistas independentes que não tinham onde se apresentar, a agência Mango observa uma inversão de cenário: embora esses músicos agora tenham oportunidades de tocar, o setor enfrenta hoje uma forte saturação, caracterizada pelo excesso de apresentações e pelo esgotamento de conteúdos nos palcos.
Por Rodrigo Tavares, Diretor Artístico da Bonus Track e sócio fundador da Mango (agência do grupo Bonus Track)
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O momento é de movimentação. Não necessariamente positiva, nem negativa, mas, sim, de um mercado que está mudando. Mudanças tanto pelo lado de quem produz quanto de quem consome.
A Mango nasceu há cerca de oito anos, em um momento onde artistas sem gravadora passaram a lançar música de forma independente, e não tinham oportunidades de tocar nos palcos pelo Brasil. Nascemos para dar palcos a estes artistas. Hoje, assistimos estes mesmos artistas tendo oportunidade de tocar. Porém, os palcos se tornaram saturados, tanto em conteúdo quanto em quantidade de shows.
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