Olivia Rodrigo está obcecada por uma banda de rock; saiba qual
Cantora americana disse que só escuta ultimamente certo álbum lançado por esta banda na década de 1990; recepção ao disco na época foi negativa
Olivia Rodrigo nunca escondeu a influência de artistas dos anos 1990 na sua música e está constantemente procurando novas obsessões. A mais recente é uma famosa banda do período: Weezer.
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Em entrevista ao canal de YouTube da Dazed (via Music Radar), a cantora americana compartilhou algumas das coisas mais importantes de sua vida atual. Entre elas estava o grupo liderado por Rivers Cuomo, em especial o álbum Pinkerton (1996):
"Weezer é minha banda preferida no momento. Estou obcecada com Pinkerton - é o único álbum que escuto ultimamente."
https://www.youtube.com/watch?v=gkroIXktjgE
O quarteto americano se junta a um grupo ilustre de artistas de rock referenciados por Olivia nos últimos anos. Outros nomes que ela listou como seus favoritos nos últimos anos incluem The Cure, Bikini Kill, St. Vincent, Turnstile e Rage Against The Machine.
Além disso, Rodrigo foi fotografada em abril jantando com Cameron Winter, vocalista do Geese. Até pelo menos o fim de 2025, a cantora estava namorando o ator inglês Louis Partridge, mas o status atual do relacionamento é desconhecido. Em entrevista à Dazed, ela foi questionada sobre o assunto e se seu novo álbum, You Seem Pretty Sad for a Girl So in Love, que sai no próximo dia 12 de junho, conterá respostas. A resposta foi vaga:
"Há muitos sentimentos diferentes no álbum; acho que essa é uma das minhas coisas favoritas sobre ele. Há uma música para alguém que está passando por qualquer fase de um relacionamento. Quero dizer, eu nunca falo sobre minha vida pessoal em entrevistas ou em qualquer fórum público, então acho que a música é onde as pessoas iriam para deduzir coisas. Mas, sabe, no final das contas, é apenas uma música."
Um pouco do álbum favorito de Olivia Rodrigo
Apesar de ser reconhecido hoje como talvez a obra-prima do Weezer, Pinkerton teve uma recepção bem negativa quando saiu. A produção mais crua e as letras confessionais de Rivers Cuomo, que chegavam a ser incômodas de tão pessoais, causaram estranhamento na crítica e público da época.
Em entrevista ao Music Radar, Rivers lembrou da reação geral ao álbum. Em especial, citou como mudou a percepção de quem o grupo era, após o power pop alternativo de Weezer (1994), estreia conhecida como o Blue Album:
"A gente lançou Pinkerton e parecia que tudo sendo dito na época era: 'O que aconteceu com a nossa banda divertida?' Eles eram grudentos, pop, divertidos e energéticos, mas agora são… bizarros, grotescos, obscenos, barulhentos…' E ao mesmo tempo, era um álbum super pessoal para mim. Era como se eu dissesse: 'Ok, mundo! Eis a verdade. Eu sou assim'."
O disco nasceu de um período conturbado na vida da banda. Após se desiludir com o sucesso do primeiro álbum, Rivers Cuomo se afastou dos holofotes para estudar composição clássica em Harvard. Entretanto, o isolamento que sentiu dos seus colegas só contribuiu para as novas músicas soarem mais sombrias em comparação ao trabalho anterior.
Após o final da turnê de Pinkerton, o Weezer entrou em hiato para que Cuomo retornasse a Harvard. Em 1998, o baixista Matt Sharp deixou a banda e foi substituído por Mikey Walsh, que deu lugar a Scott Shriner em 2001. O grupo continua ativo até hoje.
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