O pior álbum da carreira de Floor Jansen, segundo a própria
Vocalista do Nightwish e ex-After Forever reflete sobre falta de preparo no início da carreira, mas destaca o valor afetivo de sua estreia musical
A vocalista Floor Jansen, do Nightwish, elegeu o álbum de estreia de sua antiga banda After Forever, "Prison of Desire" (2000), como o pior de sua carreira. Gravado quando ela tinha apenas 18 anos, o disco reflete sua inexperiência inicial ao compor, cantar e gravar em estúdio. Apesar de considerar o trabalho tecnicamente imaturo comparado ao seu padrão atual, a cantora mantém um carinho especial pela obra por ter sido o ponto de partida que impulsionou toda a sua trajetória musical.
Com uma carreira marcada por vocais líricos e uma presença de palco imponente, Floor Jansen é reconhecida como uma das vozes mais emblemáticas do metal sinfônico mundial. Atualmente à frente do Nightwish, a cantora neerlandesa construiu uma trajetória de sucesso que inclui passagens por bandas como ReVamp e After Forever.
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No entanto, ao olhar para trás e avaliar toda a sua discografia, a própria cantora é capaz de apontar um trabalho mais fraco em sua trajetória musical.
Em entrevista à revista Metal Hammer, ao ser questionada sobre qual seria o pior disco que já gravou, Floor apontou para o início de tudo: Prison of Desire, o álbum de estreia de sua primeira banda, o After Forever, lançado no ano de 2000.
A vocalista explicou o motivo de sua escolha:
"Provavelmente o primeiro (Prison of Desire, do After Forever). Eu tinha 18 anos quando o gravei, então não sabia nada sobre compor, sobre gravar, sobre cantar."
https://www.youtube.com/watch?v=EpNOjlPraSs&list=OLAK5uy_k_SInhh26j6-xsdz8ZiS6HvmOK_ELaNeA
Lançado quando o After Forever ainda buscava consolidar sua identidade no cenário do metal sinfônico, Prison of Desire reflete a inexperiência técnica mencionada por Floor. Gravado entre o final de 1999 e o início de 2000, o disco trazia uma mistura de vocais de soprano, riffs pesados e passagens atmosféricas, servindo como laboratório para jovens músicos neerlandesesem fase de aprendizado.
Embora considere a produção e o nível de maturidade musical da época distantes do padrão de excelência que alcançou ao longo dos anos, a cantora mantém uma relação de carinho com a obra. Afinal, foi justamente essa estreia que abriu as portas para o desenvolvimento de sua carreira.
Ela arremata:
"O primeiro é sempre seu primeiro. E isso também o torna muito, muito especial, de certa forma."
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