Nirvana bate AC/DC entre os álbuns mais consumidos da história
Índice que combina streaming e mídias físicas colocou a obra do trio de Seattle à frente de clássicos históricos.
Impulsionado pelo streaming, o clássico Nevermind (1991), do Nirvana, alcançou o sexto lugar entre os álbuns mais consumidos da história segundo o Chartmasters. Usando métricas de vendas equivalentes, a banda superou Back in Black, do AC/DC, e The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd. Embora os australianos liderem em mídias físicas, o engajamento digital dos jovens garantiu a virada do Nirvana, que no rock fica atrás apenas de Eagles e Fleetwood Mac, mantendo Thriller na liderança geral.
Impulsionado pela força contínua no streaming, Nevermind, clássico de 1991 do Nirvana, alcançou o sexto lugar entre os discos mais consumidos de toda a história. Os dados levantados pela plataforma Chartmasters revelam que a banda norte-americana ultrapassou por margem estreita o álbum Back in Black, do AC/DC, além de se posicionar à frente de The Dark Side of the Moon, do Pink Floyd.
Disputa acirrada nos números de vendas equivalentes
O levantamento emprega a métrica de Vendas Equivalentes de Álbuns (EAS), critério que soma vendas em formato físico, downloads, faixas avulsas e execuções digitais. 000 unidades registradas pelo AC/DC. 000 unidades equivalentes.
Em mídias físicas tradicionais, a vantagem ainda pertence aos australianos: são cerca de 37 milhões de cópias comercializadas para o AC/DC, frente a 30 milhões do trio formado por Kurt Cobain, Krist Novoselic e Dave Grohl. No entanto, o engajamento de ouvintes mais jovens nas plataformas de áudio garantiu a reviravolta para a banda de Seattle.
Posição histórica no rock e contexto do lançamento
Dentro do gênero rock, o alcance de Nevermind é superado apenas por Hotel California, dos Eagles, e por Rumours, do Fleetwood Mac. A liderança geral absoluta de todas as categorias segue nas mãos de Thriller, de Michael Jackson, acompanhado no topo por registros de nomes lendários como Bee Gees, The Beatles e Led Zeppelin.
Lançado originalmente em 24 de setembro de 1991, o segundo trabalho de estúdio do grupo teve produção assinada por Butch Vig e marcou a chegada de Dave Grohl às baquetas. e Melvins, o álbum conquistou certificação de platina no Brasil, feito raro para o rock internacional no período.
A sonoridade polida gerou divergências nos bastidores. Enquanto Kurt Cobain externou publicamente reservas sobre o acabamento comercial e limpo do som, o produtor Butch Vig afirmou mais tarde à imprensa que a reação era apenas uma pose do cantor, destacando que o trio havia aprovado o produto final com entusiasmo.
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