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Como mulheres estão liderando bastidores de grandes festivais e transformando o mercado de eventos no Brasil

ARCA, NS Operações e Audiobizz mostram como infraestrutura, capital humano e técnica especializada sustentam a experiência de grandes festivais

9 mar 2026 - 18h06
(atualizado às 18h54)
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Como mulheres estão liderando bastidores de grandes festivais e transformndo o mercado de eventos no Brasil
Como mulheres estão liderando bastidores de grandes festivais e transformndo o mercado de eventos no Brasil
Foto: The Music Journal

O sucesso de grandes festivais ou show internacional depende de uma engrenagem complexa que envolve logística, infraestrutura e coordenação técnica. Nos últimos anos, essa operação passou a ser liderada por executivas que vêm redefinindo os padrões da indústria de entretenimento no Brasil.

Entre os nomes de destaque está Raquel Boletti, fundadora da NS Operações, empresa especializada na gestão de equipes para eventos. A companhia registrou faturamento de R$ 4,7 milhões e realizou 1.122 eventos em 2025, consolidando-se como uma das principais operações do setor.

A estratégia da empresa foi transformar a mão de obra em um ativo estratégico por meio de treinamento contínuo e metodologias de atendimento inspiradas em padrões internacionais

Festivais: infraestrutura e equipamentos

Outro pilar dessa transformação está na infraestrutura. À frente da ARCA, Carol Ramos administra um espaço multiuso de 9 mil metros quadrados na Vila Leopoldina, em São Paulo. O local se tornou referência para grandes eventos e projetos globais, com capacidade estrutural para suportar mais de 50 toneladas de equipamentos suspensos.

Na técnica de palco, Aline Duda atua na coordenação de operações complexas em festivais e shows internacionais. À frente da Audiobizz e da FDM Produções, ela lidera equipes responsáveis pela execução técnica de produções de grande porte.

Outro nome importante do setor é Patrícia Kanji, diretora técnica e produtora geral da Só Track Boa, responsável por projetos relevantes na cena da música eletrônica. Além do impacto econômico, essas empresas também vêm promovendo transformações sociais importantes dentro do setor.

Na NS Operações, 56% dos colaboradores se identificam como pretos ou pardos e 71% pertencem à comunidade LGBTQIA+, reforçando o papel da diversidade ccomo motor de inovação e crescimento na indústria do entretenimento.

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