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Brasileira que perseguiu Jung Kook do BTS é condenada na Coreia do Sul

Fã foi acusada de perseguir o integrante do BTS, tocar a campainha de sua casa 133 vezes e descumprir medidas restritivas

22 jun 2026 - 22h54
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BTS está entre as maiores bandas de Kpop
BTS está entre as maiores bandas de Kpop
Foto: @mnijungkook/Instagram

A Justiça da Coreia do Sul condenou uma brasileira acusada de perseguir o cantor Jung Kook, integrante do BTS, por crimes de perseguição e invasão de propriedade. Apesar da sentença de um ano de prisão e dois anos de liberdade condicional, a mulher teve a pena suspensa e foi liberada nesta segunda-feira, 22.

De acordo com informações divulgadas pelo portal sul-coreano Koreaboo, a decisão foi tomada pelo Tribunal Distrital Ocidental de Seul. A identidade da brasileira não foi revelada.

O caso teve início em dezembro do ano passado, quando a mulher passou a ir repetidamente à residência do artista, localizada no distrito de Yongsan-gu, em Seul. Segundo as investigações, na madrugada de 12 de dezembro ela tocou a campainha da casa do cantor 133 vezes.

No dia seguinte, a brasileira teria seguido um entregador e entrado sem autorização na propriedade pela entrada lateral. Ao longo daquele mês, ela voltou diversas vezes ao local, aguardando o artista nas proximidades, além de deixar objetos e correspondências na residência.

Em 13 de dezembro, ela teria sido encaminhada a uma delegacia pela invasão, mas foi liberada no dia seguinte. Mesmo após a orientação das autoridades, ela retornou ao local e voltou a tocar a campainha da residência e a deixar materiais destinados ao artista. Em 28 de dezembro, a polícia determinou uma medida de emergência que a proibia de se aproximar a menos de 100 metros da casa.

A última prisão ocorreu em janeiro, após denúncia feita pelo próprio cantor. Ao justificar a decisão, o tribunal afirmou: “A ré cometeu o crime mesmo depois de ter sido libertada na sequência de um aviso policial, não cumpriu as medidas de emergência e a vítima exige uma punição severa. Aparentemente, a ré cometeu o crime para expressar seus sentimentos à vítima, e foi determinado que não houve intenção de causar dano. A vítima não percebeu diretamente a campainha no momento em que foi tocada, a ré não invadiu profundamente o espaço interno da residência (dentro do quarto), e o grau de negligência na tomada de medidas de emergência foi relativamente pequeno".

Segundo o portal Koreaboo, a suspensão da pena levou em consideração o entendimento do tribunal de que as ações foram motivadas pela intenção de expressar sentimentos em relação ao cantor, e não de causar danos ao artista. A decisão judicial também mencionou a possibilidade de deportação da brasileira após a conclusão do processo. 

Fonte: Portal Terra
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