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Quem é Chappell Roan, a estrela pop LGBTQ+ que chega ao Lollapalooza 2026

Uma das atrações mais aguardadas do festival, a cantora norte-americana mistura pop teatral, estética drag e letras que celebram identidade, liberdade e diversidade

21 mar 2026 - 18h06
(atualizado às 18h49)
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Uma das apresentações mais esperadas do Lollapalooza Brasil 2026, que ocorre nos dias 20, 21 e 22 de março no Autódromo de Interlagos, será da cantora norte-americana Chappell Roan. Ela se apresenta no sábado, 21, e promete levar ao público um espetáculo de cores, energia e inovação musical. A artista divide o line-up com nomes internacionais como Sabrina Carpenter, Deftones, Tyler, the Creator e Lorde.

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Chappell Roan é reconhecida por unir estética drag, pop teatral e letras que exploram identidade, sexualidade e liberdade individual, conquistando fãs de diferentes gerações e consolidando-se como uma das artistas mais criativas e ousadas do pop contemporâneo.

Chappell Roan fará apresentação no Lollapalooza 2026
Chappell Roan fará apresentação no Lollapalooza 2026
Foto: Reprodução/Instagram/@chappellroan / Estadão

Primeiros anos e formação musical

Nascida Kayleigh Rose Amstutz, em 19 de fevereiro de 1998, na cidade de Willard, Missouri, Chappell cresceu em uma família conservadora e religiosa. Filha de uma veterinária e de um reservista da marinha, frequentava a igreja regularmente, mas desde cedo sentiu paixão pela música.

Aos 10 anos, começou a aprender piano e, aos 13, venceu um concurso de talentos na escola. Na adolescência, publicou covers e músicas autorais no YouTube, chamando atenção de gravadoras. Aos 17 anos, postou a música Die Young, que abriu caminho para a assinatura com a Atlantic Records em 2015.

Primeiros lançamentos e desafios iniciais

Em 2017, lançou seu primeiro single, Good Hurt, seguido pelo EP School Nights. Apesar do talento e do reconhecimento crítico, a carreira enfrentou desafios comerciais e, em 2020, Roan foi dispensada pela gravadora.

Durante esse período, compôs Pink Pony Club, inspirada em um bar gay em Los Angeles. A faixa celebrava a liberdade, a cultura queer e a busca por identidade, tornando-se viral nas plataformas digitais e fortalecendo sua base de fãs.

A grande virada: 'The Rise and Fall of a Midwest Princess'

O ponto de virada veio em 2023, quando assinou com a Island Records e lançou seu primeiro álbum de estúdio, The Rise and Fall of a Midwest Princess. O disco mescla synth-pop, pop alternativo e elementos teatrais, abordando altos e baixos de sua vida pessoal, identidade queer e liberdade artística.

Entre os singles de destaque estão Hot to Go!, Red Wine Supernova e Good Luck, Babe!. Este último se tornou um fenômeno internacional, alcançando o top 5 da Billboard Hot 100 e viralizando em plataformas como TikTok. O sucesso consolidou Chappell Roan como um dos nomes mais inovadores do pop alternativo.

Colaborações e turnês internacionais

Roan também ganhou destaque ao colaborar com Olivia Rodrigo, gravando vocais de apoio em várias faixas e abrindo shows da GUTS World Tour da cantora. Além disso, se apresentou em grandes festivais como Coachella e Governors Ball, mostrando seu poder de palco e capacidade de engajar diferentes públicos.

Em 2025, iniciou a turnê Visions of Damsels & Other Dangerous Things Tour, passando por diversas cidades norte-americanas e consolidando ainda mais sua carreira internacional.

Chappell Roan
Chappell Roan
Foto: Reprodução/Instagram/@chappellroan / Estadão

Estilo, estética drag e influências

A estética de Chappell Roan é marcada por figurinos extravagantes, maquiagem dramática e performances teatrais, influenciadas por ícones como Lady Gaga, Madonna e Sasha Colby. Sua arte combina música, espetáculo e identidade queer, tornando-a referência para fãs LGBTQ+ e amantes do pop alternativo.

Roan também cita inspiração em artistas como Kate Bush, Lana Del Rey, Lorde, Kesha, Nicki Minaj e P!nk, além de acompanhar e se inspirar na brasileira Pabllo Vittar, considerada a drag queen mais seguida do mundo nas redes sociais. Essa mistura de referências ajuda a artista a construir uma identidade única, que flerta com o pop teatral, synth-pop e a cultura drag.

Reconhecimento, prêmios e impacto

Em 2025, Chappell Roan conquistou o Grammy de Artista Revelação, aproveitando seu discurso para criticar a indústria musical e defender melhores condições de trabalho e assistência médica para artistas.

Além de recordes no Spotify e na Billboard, a cantora tem se destacado como uma voz ativa da comunidade LGBTQ+.

Vida pessoal e representatividade

Abertamente lésbica e queer, Chappell Roan usa sua arte para expressar identidade e liberdade. Suas músicas, como Pink Pony Club, refletem, por exemplo, experiências pessoais. A artista também compartilha, em seu trabalho, suas descobertas sobre demissexualidade e identidade queer.

Estadão
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