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Do rock ao rap, os artistas favoritos de Reynaldo Gianecchini

Ator brasileiro afirmou que uma das escolhas o faz chorar até hoje quando escuta, talvez por influência de seu lado italiano

13 abr 2026 - 17h29
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Reynaldo Gianecchini é conhecido por seu trabalho como ator, tendo estrelado vários filmes, peças e novelas durante sua carreira. Porém, como qualquer pessoa, ele também é fã de música.

Reynaldo Gianecchini em 2023 (Foto: Axelle / Bauer
Reynaldo Gianecchini em 2023 (Foto: Axelle / Bauer
Foto: Griffin / FilmMagic via Getty Images) / Rolling Stone Brasil

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Em entrevista ao Alpha Pod (via TMDQA), o ator brasileiro foi perguntado pelo apresentador Celso Giunti sobre seus álbuns preferidos. Giane abriu sua lista não necessariamente com um disco, mas citou uma banda, The Verve, e sua música mais famosa, "Bitter Sweet Symphony":

"[É] o primeiro que me vem à cabeça, porque é uma época que eu morava fora do país, cara. E cada música, até hoje que toca, eu lembro eu andando nas ruas sozinho, muito buscando ainda sobre o meu futuro, sobre quem eu ia ser."

https://www.youtube.com/watch?v=1lyu1KKwC74&list=RD1lyu1KKwC74&start_radio=1&pp=ygUedGhlIHZlcnZlIGJpdHRlcnN3ZWV0IHN5bXBob255oAcB

"Bitter Sweet Symphony" saiu no álbum Urban Hymns (1997) e foi o centro de umas das disputas de direitos autorais mais famosas do rock. O aspecto musical mais marcante da faixa é um sample de uma versão orquestral de "The Last Time", clássico dos Rolling Stones.

Esta gravação era propriedade do empresário Allen Klein, que então processou The Verve e conseguiu todos os royalties referentes à música. A situação só se resolveu definitivamente em 2019, quando Mick Jagger e Keith Richards presentearam o vocalista da banda britânica, Richard Ashcroft, com a porcentagem deles da composição.

Outros favoritos de Reynaldo Gianecchini

Outros citados por Reynaldo incluem Hollywood's Bleeding (2019), terceiro disco de estúdio do rapper e cantor Post Malone. O ator também se revelou fã dos primeiros trabalhos de Alanis Morissette, sem oferecer um específico. Por fim, Gianecchini escolheu uma obra nacional:

"Renato Russo, né? Aí vários, mas assim, o Equilíbrio Distante (1995), que ele canta as músicas italianas, é uma coisa que até hoje eu ouço e eu choro. Eu canto e eu choro. Mexe num lugar que eu nem sei identificar. Talvez o meu lado italiano."

https://www.youtube.com/watch?v=nIV5uMLTE2g&list=OLAK5uy_lhDNeamxK1qppPGKVT96oYNRhHay-L_uA&index=2

Equilíbrio Distante, o segundo álbum solo do vocalista da Legião Urbana, consiste de regravações feitas pelo músico de canções italianas. Apesar de sua ascendência familiar e a escolha do repertório, Renato Russo não sabia falar o idioma. Entretanto, o cantor se apoiou na semelhança do seu estilo vocal com as performances dos artistas do país europeu.

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