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'Hadestown' e Byan Cranston vencem Prêmio Tony 2019

Ópera folk e ator estão entre os grandes vencedores do prêmio que é considerado o Oscar do teatro

10 jun 2019 - 13h11
(atualizado às 13h30)
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Hadestown, uma ópera folk sobre a jornada sombria de um casal jovem ao submundo, foi a grande vencedora do Prêmio Tony no domingo ao levar oito estatuetas, inclusive a principal, de melhor musical.

Ator Bryan Cranston recebe prêmio durante Tony Awards no Radio City Music Hall, em Nova York
REUTERS/Brendan McDermid
Ator Bryan Cranston recebe prêmio durante Tony Awards no Radio City Music Hall, em Nova York REUTERS/Brendan McDermid
Foto: Reuters

Baseado no mito de Orfeu e Eurídice, o musical de Anais Mitchell também recebeu os Tonys de melhor diretor, trilha sonora, ator coadjuvante para Andre De Shields, orquestração, som, cenografia e iluminação.

A diretora Rachel Chavkin comentou ser a única mulher atualmente no comando de um musical da Broadway e pediu que o mundo teatral reaja. "É um fracasso de imaginação", disse ela à plateia.

The Ferryman, uma análise desoladora do dramaturgo britânico Jez Butterworth sobre uma família durante os episódios de violência sectária na Irlanda do Norte nos anos 1980, rendeu os prêmios de melhor peça e melhor diretor para Sam Mendes.

Bryan Cranston recebeu seu segundo Tony pela interpretação do âncora de televisão desequilibrado de Network, adaptação teatral do filme de 1976.

Cranston dedicou seu Tony aos jornalistas reais. Em uma referência velada aos ataques frequentes do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, à imprensa, Cranston disse que a mídia "não é a inimiga do povo. A demagogia é a inimiga do povo".

Elaine May, de 87 anos, foi eleita melhor atriz em uma peça por sua interpretação comovente de uma mulher em declínio mental em The Waverly Gallery. Também diretora e escritora, ela ainda é conhecida por sua parceria cômica com o falecido diretor de cinema Mike Nichols, iniciada nos anos 1950.

O prêmio de melhor ator em um musical foi para Santino Fontana por Tootsie, espetáculo de sucesso baseado no filme de 1982, e Stephanie J. Block levou a estatueta de melhor atriz de musical vivendo a lenda musical Cher em The Cher Show."

Ela agradeceu "a deusa Cher e seu legado".

The Boys in the Band, comédia dramática sobre um grupo de homens gays em uma festa de aniversário produzida pela primeira vez no final dos anos 1960, venceu como melhor reencenação.

O Tony de melhor atriz coadjuvante em um musical foi dado a Ali Stroker pela versão reinventada do musical clássico Oklahoma!, e o de melhor atriz coadjuvante em uma peça a Celia Keenan-Bolger, de 41 anos, que encarnou a menina Scout em O Sol É Para Todos.

Já o ator inglês Bertie Carvel ganhou seu primeiro Tony ao interpretar o magnata midiático Rupert Murdoch em sua estreia na publicação de jornais em Ink.

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