'Viver' é muito mais que apenas 'sobreviver': 5 atitudes para quem cansou de viver no automático
Entender a profunda diferença entre 'viver' e 'sobreviver' é um convite para sair do automático e se inserir no mundo com mais lucidez, profundidade e responsabilidade.
"Sobreviver" e "viver" são verbos parecidos até em sua construção, mas carregam significados muito diferentes: o primeiro denota uma lógica de manter-se em funcionamento, enquanto o segundo indica atribuir sentido, escolha e consciência à própria existência. "Sobreviver" pode ser o contrário de "morrer", enquanto "viver" é celebrar todas as possibilidades de estar vivo.
É sobre essas e muitas outras inquietações da experiência humana que as escritoras Lúcia Helena Galvão e Isabella Galvão refletem no livro "Filosofia com Aroma de Café - reflexões de mãe e filha" (Hanoi Editora).
Elas propõem que o leitor reaprenda a pensar, não em um sentido acadêmico ou mais pragmático, mas sobre as diversas sensações humanas às quais somos atravessados no dia a dia e que nos ajudam a lidar com o outro e com nós mesmos. É um convite para sair do automático e se inserir no mundo com mais lucidez, profundidade e responsabilidade.
A seguir, confira 5 reflexões do livro que apresentam mudanças para quem busca uma nova perspectiva sobre viver.
É preciso reconhecer a verdade em si
Repetir ideias não é o mesmo que compreendê-las. O livro propõe uma virada importante: sair do campo das crenças e caminhar em direção à experiência direta. Quando algo é verdadeiro, ele não se sustenta apenas como discurso, mas se impõe como evidência interna.
Viver é sustentar o equilíbrio entre o concreto e o ideal
A vida não se resolve somente na prática ou só no discurso elevado. Existe um exercício constante de equilíbri...
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