Suposta pivô do término de Vini Jr. e Virginia detona a influencer: 'Ela não defendeu'
Empresária elogiou o posicionamento do jogador após as vaias no Maracanã, mas não poupou Virginia pela ausência de defesa pública
Bruna Pinheiro, apontada como pivô do término de Virginia Fonseca e Vini Jr. em maio deste ano, voltou a falar sobre o assunto neste domingo (31), após Virginia ser hostilizada por parte da torcida durante o amistoso da Seleção Brasileira contra o Panamá, no Maracanã.
Depois de marcar um dos gols da partida, Vini Jr. usou as redes sociais para pedir respeito à ex-namorada. "Tivemos uma relação muito bonita e gostaria que a apoiassem, porque entre a gente está tudo bem", escreveu o jogador. Bruna elogiou o gesto. "O que o Vini fez ontem é atitude de um ser humano de bem. Independentemente de tudo o que aconteceu, ele não deixou uma mulher ser atacada sem se posicionar. Ainda mais porque ela não tem culpa de nada. Tenho respeito por isso."
Mas ao falar sobre Virginia, o tom mudou. A empresária revelou ter ficado marcada pelos ataques que recebeu quando seu nome passou a circular ligado ao término do casal — e cobrou uma postura que, segundo ela, nunca veio. "Fui xingada, difamada, tive minha imagem manchada naquele momento. E não fiz nada do que disseram. Não fiquei com o Vini Jr. Não destruí nenhum relacionamento. Mas fui tratada como se tivesse feito tudo isso."
Para Bruna, um gesto simples teria sido suficiente. "Não tenho raiva dela, só fiquei decepcionada. Ela não defendeu outra mulher. Mas espero que o que aconteceu ontem no Maracanã sirva de reflexão. Nem precisava dar detalhes do que aconteceu, nem esclarecer a separação. Isso é um problema dela. Era só dizer que eu não tinha nada a ver. Às vezes a gente xinga sem saber a história. Eu sei muito bem como isso dói."
O nome de Bruna começou a ser associado ao término do casal após boatos de que ela e a amiga Jéssica de Paula teriam sido convidadas por Vinicius para ir à Madri. As duas negaram qualquer convite. "A principal interpretação errada foi transformar coincidências em uma narrativa que nunca existiu. Não fomos contratadas por ninguém, não estamos disponíveis para isso, viajamos por conta própria. Ninguém pagou passagem aérea, hotel, ninguém bancou nada."
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