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Quem era Thalita Passoni, apresentadora do Globo Esporte que morreu aos 46 anos

Conhecida pela risada contagiante e pelo apelido "Japinha", ela construiu uma carreira marcante no jornalismo esportivo tocantinense e fundou um centro especializado em autismo

27 ago 2026 - 11h10
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Resumo
A jornalista e apresentadora Thalita Passoni, reconhecida por sua trajetória à frente do Globo Esporte, faleceu aos 46 anos. Sua partida precoce gerou grande comoção entre colegas e admiradores do jornalismo esportivo brasileiro. A comunicadora construiu uma carreira marcante na televisão, sendo lembrada pelo profissionalismo, dedicação e carisma com que conduzia as transmissões e coberturas esportivas no país.
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Thalita Tavares Caturelli Passoni não passava despercebida em lugar nenhum. A jornalista, que apresentou o Globo Esporte Tocantins e comentou esportes na CBN Tocantins, era conhecida pela gargalhada contagiante, pelo profissionalismo e por uma energia que cativava quem estava ao seu redor. Ela morreu na madrugada desta quarta-feira em Balneário Camboriú, em Santa Catarina, onde morava com a família.

Foto: Mais Novela

Natural de Ribeirão Preto, no interior de São Paulo, Thalita chegou a Palmas em 2007 e começou cobrindo campeonatos amadores e categorias regionais. Na TV Anhanguera, ao lado do jornalista e policial civil Alexandre Alves, ela ajudou a construir um estilo de jornalismo esportivo que cativava famílias inteiras na hora do almoço.

"Aquela gargalhada que ela tinha, aquela risada contagiante. Ela incentivava minhas brincadeiras e ria. Ela sempre me incentivou. Antes mesmo dessa revolução do jornalismo esportivo, a gente já fazia isso na câmera, isso contagiava o espectador. O pessoal me encontrava na rua e falava: 'Manda um abraço para a Thalita'; 'A Thalita é linda'. Ela foi uma profissional sensacional", lembrou Alexandre ao G1.

Carinhosamente chamada de "Japinha" pelos colegas de redação, Thalita encerrou o ciclo no Tocantins em 2013 e se mudou para Maceió. Além da carreira jornalística, ela fundou e idealizou o Espaço Júnior, Centro Especializado em Autismo batizado em homenagem ao filho de 10 anos que deixa.

O instituto lamentou sua partida com uma homenagem emocionante. "Quem conviveu com ela sabe da força que ela era. Uma mulher de energia rara, que não passava despercebida em lugar nenhum, e que foi exemplo nos mais diferentes sentidos." A pedido da própria Thalita, não haverá velório. O sepultamento será realizado de forma reservada pela família.

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