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Que tipo de câncer Chico Pinheiro tem? Tumor está entre os principais casos de 'mortalidade'

Chico Pinheiro revela diagnóstico de câncer e internação na UTI; cirurgião oncológico alerta sobre a importância do diagnóstico precoce

11 mai 2026 - 17h06
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O jornalista Chico Pinheiro, de 72 anos, emocionou o público ao revelar, durante entrevista com o cantor Zeca Baleiro para o seu próprio programa, que foi diagnosticado com câncer no intestino. O ex-âncora do Bom Dia Brasil, da Globo, contou que não pretendia falar sobre o assunto, mas o momento tornou o relato inevitável.

Foto: Mais Novela

"Eu passei um mês e pouco internado, fazendo cirurgia. Descobri um câncer no intestino, a princípio relativamente fácil, porque estava bem no começo, e uma cirurgia que era para ser feita em um dia e três dias depois eu ia para casa", revelou.

O que parecia simples, no entanto, tomou outro rumo. "Só que teve uma complicação posterior. Que eu saiba, não é culpa de nenhum médico. Realmente teve uma aderência intestinal e teve que abrir e operar. E eu passei uns belos dias na UTI", contou.

Durante a internação, Chico encontrou conforto na música de Zeca Baleiro: "A coisa mais presente na minha cabeça era você cantando. Ouvia e chorava. Não era chorar de medo nem de nada, não. Era de perceber as pessoas que, na correria, você não vê."

O caso chama atenção para uma doença que avança em silêncio. Para o cirurgião geral e oncológico Dr. Matheus Abreu, o relato de Chico Pinheiro ilustra exatamente o que os médicos mais enfatizam. "O câncer de intestino é uma doença que, na maioria das vezes, se desenvolve de forma silenciosa. Quando identificado ainda no início, as chances de tratamento curativo são muito maiores e, em muitos casos, a cirurgia pode ser suficiente para controlar completamente a doença", explica.

O especialista alerta que muitos pacientes ignoram os sinais por meses: "Alteração persistente do hábito intestinal, presença de sangue nas fezes, dor abdominal, perda de peso sem explicação, anemia ou sensação constante de cansaço são sinais que não devem ser ignorados", orienta.

O médico também destaca uma tendência preocupante: "O câncer colorretal tem aumentado inclusive em pacientes mais jovens, o que reforça a necessidade de atenção mesmo fora da faixa etária clássica de rastreamento. Exames como a colonoscopia permitem identificar não apenas tumores iniciais, mas também pólipos que poderiam se transformar em câncer futuramente", pontua.

Sobre o tratamento, Dr. Matheus reforça que ele vai além da cirurgia: "Dependendo do estágio, pode envolver quimioterapia, radioterapia e acompanhamento contínuo", afirma.

O especialista também conecta o caso de Chico a uma realidade comum na prática médica. "Mesmo em cirurgias consideradas inicialmente simples, podem existir complicações pós-operatórias que exigem cuidados intensivos e prolongam a recuperação. Por isso, informação, rastreamento e diagnóstico precoce continuam sendo as principais ferramentas para reduzir a mortalidade do câncer de intestino", conclui.

Quanto à prevenção, o médico é direto: "Alimentação rica em ultraprocessados, sedentarismo, obesidade, tabagismo e consumo excessivo de álcool estão diretamente relacionados ao aumento do risco da doença", finaliza Dr. Matheus Abreu.

Leia mais: Simony recusa cirurgia e faz nova revelação sobre o tumor: 'Chorei, caí no chão'

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