Por que o ex-genro de Ana Maria Braga foi preso? Badarik Gonzalez não pode ver os filhos
Impedido de se aproximar das crianças, Badarik Gonzalez rebate boatos sobre histórico violento e critica lentidão nas investigações; confira!
O professor de ioga Badarik Gonzalez, ex-marido de Mariana Maffeis e ex-genro da apresentadora Ana Maria Braga, decidiu se pronunciar publicamente após mais de dois meses de silêncio sobre a ordem restritiva emitida contra ele. O colombiano, que chegou a ser detido no início do processo e liberado em seguida, criticou duramente o andamento da ação judicial que o impede de se aproximar de seus dois filhos pequenos.
Durante uma transmissão ao vivo em seu perfil nas redes sociais, o instrutor demonstrou forte indignação com o desenrolar das apurações judiciais e com a decisão restritiva.
"Fiquei preso, e não saí por fiança. O consulado da Colômbia que me soltou. Podem procurar, não tenho antecedentes criminais em nenhum lugar do mundo. O processo tem 66 folhas, nem consegui ler por completo minhas acusações. Não aguento. Tem dois meses que as investigações não andam, porque essas acusações são inventadas", protestou o estrangeiro em seu desabafo virtual.
Boatos de violência e reação às alegações de Mariana
O pronunciamento do profissional de saúde e bem-estar veio logo após relatos públicos feitos por Mariana Maffeis. Diante da repercussão das declarações da ex-companheira, o colombiano fez questão de rebater os rumores sobre supostos episódios agressivos que teriam chegado ao conhecimento da herdeira da contratada da Globo.
"Disseram que aprontei com outras pessoas, fui violento, corri atrás delas com uma faca… (Mariana ouviu) de pessoas que ela não conhece", justificou.
Dor pelo afastamento dos filhos e críticas à Justiça
Além de negar qualquer histórico violento em seu passado, o colombiano lamentou profundamente a barreira imposta entre ele e os herdeiros, Varuna, de 5 anos, e Hima, de apenas 2 anos. Atualmente, o pai está proibido por determinação legal de manter qualquer contato com as crianças.
"Sempre fui um pai presente. Não posso ficar perto por mais de 100 metros, ou posso ir preso. Queria ligar para os meus filhos. Como a Justiça é tão fraca? Tudo bem, terei o resto da vida para ficar ao lado deles", completou o professor de ioga em declarações repercutidas pelo jornal Extra.
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