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'Não gostou? Deita na BR': Luana Piovani se manifesta sobre contrato para criticar PEC

Atriz explicou que o vídeo em que aparece criticando a proposta estava identificada como publicidade

26 jun 2026 - 17h37
(atualizado às 17h41)
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Luana Piovani se manifestou na última quinta-feira, 25, sobre a polêmica envolvendo a Proposta da Emenda à Constituição (PEC) 65/2023. O projeto prevê mudanças na autonomia financeira e orçamentária do Banco Central (BC).

Nas suas redes sociais, a atriz disse que a publicação em que aparece criticando a proposta estava identificada como publicidade. "O que eu acho superimportante é que todas as publicidades sejam óbvias, que estejam sendo sinalizadas como publicidade. Isso é muito importante para o consumidor saber", frisou.

Luana Piovani comentou sobre publicidade que fez contra PEC
Luana Piovani comentou sobre publicidade que fez contra PEC
Foto: Iara Morselli/Estadão / Estadão

"É isso. Para vocês não ficarem assim tão invejozinhos, tá? Boa noite", ironizou. "Ah, e tem outra coisa que talvez vocês não saibam, aí eu vou contar: eu só vendo o que eu consumo e eu só falo o que eu concordo. Eu não acho inteligente privatizarem o nosso Banco Central. Não gostou? Deita na BR", disse.

Entenda o que aconteceu

O jornal Folha de S.Paulo noticiou que Luana teria recebido R$ 300 mil para participar de uma campanha contra o texto da PEC.

Segundo a reportagem, contratação está registrada na ata de uma reunião extraordinária de trabalho do Conselho Regional do Sindicato Nacional dos Funcionários do Banco Central (Sinal), que foi no último dia 6, véspera da votação da PEC na Comissão de Constituição (CCJ) e Justiça do Senado.

O documento justifica a escolha de Piovani para a campanha por levar em consideração sua "atuação pública em manifestações relacionadas a temas de interesse social e a propostas consideradas prejudiciais à população" nas redes sociais. No Instagram, ela reúne mais de 5,6 milhões de seguidores.

A PEC foi aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado em votação no último dia 10. O substitutivo mais recente apresentado pelo relator transforma o BC em uma "entidade pública de natureza especial". A autoridade monetária teria autonomia para formular o próprio orçamento, que seria apreciado pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) e por uma comissão do Senado. O Pix também seria incluído na Constituição.

Estadão
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