Script = https://s1.trrsf.com/update-1786557910/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Miss Brasil perde a coroa e diretor revela bastidores de decisão: 'Não foi levado a sério'

Juliano Crema afirma que saída de Lara Marina não teve relação com a gravidez e aponta supostos descumprimentos de regras previstas no contrato

30 ago 2026 - 12h44
Compartilhar
Exibir comentários
Resumo
O presidente do Concurso Nacional de Beleza (CNB), Juliano Crema, esclareceu que a perda da coroa de Miss Brasil Supranational por Lara Marina não decorreu de sua gravidez, mas de descumprimentos contratuais. A decisão foi motivada por problemas na comunicação, descumprimento de prazos e alterações não autorizadas de figurinos e do traje típico oficial, o que violou acordos comerciais do concurso com parceiros.
📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos

A saída de Lara Marina do posto de Miss Brasil Supranational ganhou novos detalhes após Juliano Crema, presidente do Concurso Nacional de Beleza (CNB), explicar os motivos que levaram à decisão da organização.

Lara Marina (Reprodução/Instagram)
Lara Marina (Reprodução/Instagram)
Foto: Contigo

Em entrevista concedida a Monique Arruda, do portal LeoDias, o dirigente afirmou que a gravidez da modelo não foi responsável pelo afastamento. Segundo ele, a decisão estaria relacionada a uma série de situações envolvendo o cumprimento das regras estabelecidas no contrato firmado com a participante.

Juliano também disse ter ficado surpreso com declarações atribuídas a Lara, especialmente diante da afirmação de que ela não teria conhecimento das normas que precisavam ser seguidas durante o período em que ocupava o título.

"Em nenhum momento a gente falou que foi pela gravidez dela. Isso veio dela mesmo, e a gente até ficou muito surpreso, porque, no nosso ponto de vista, a gente quis preservá-la", declarou.

Mudanças no figurino entraram na lista de problemas

De acordo com o presidente do CNB, entre as questões que teriam contribuído para a decisão está a alteração de peças que deveriam ser utilizadas pela representante brasileira.

Juliano explicou que alguns dos trajes usados pelas misses fazem parte de compromissos previamente estabelecidos pela organização e também estão ligados a parcerias comerciais mantidas pelo concurso.

O dirigente reforçou que o problema, segundo sua versão, não estaria relacionado à gestação da modelo, mas ao conjunto de episódios registrados durante sua participação.

"Mas por toda uma situação que foi criada por ela mesma", explicou.

Parcerias comerciais também foram citadas

Outro ponto mencionado por Juliano envolve o traje típico que Lara deveria ter utilizado. Segundo ele, havia registros e materiais relacionados à peça original, que não teria sido usada pela modelo durante sua participação.

Além disso, o presidente do CNB afirmou que a organização possui acordos com empresas responsáveis por disponibilizar determinados trajes para as participantes. A alteração dessas peças, portanto, teria impacto também sobre os compromissos comerciais assumidos pelo concurso.

"Existem, assim, vídeos do traje típico original que não foi usado por ela. Tem a questão que a gente tem parcerias e contratos com empresas que disponibilizaram trajes para ela usar, e ela acabou mudando", declarou.

Falhas na comunicação teriam pesado na decisão

Juliano Crema também apontou problemas relacionados à comunicação entre Lara e a organização. Conforme relatado pelo dirigente, o contrato estabelecia determinadas regras para o contato entre a representante e a equipe responsável pelo concurso.

Entre as exigências estaria um prazo para que a miss respondesse às mensagens encaminhadas pela organização.

Segundo Juliano, esse teria sido apenas um dos episódios que, somados a outros acontecimentos, acabaram levando ao afastamento da modelo.

"Foram várias situações que o contrato realmente não foi levado a sério", lamentou.

Entenda a polêmica

A controvérsia envolvendo Lara Marina começou após a modelo, que está grávida, deixar o posto de Miss Brasil por decisão do Concurso Nacional de Beleza.

A organização afirmou que a saída ocorreu em razão do suposto descumprimento de cláusulas previstas no contrato. Os problemas teriam sido identificados após a participação da modelo no concurso internacional realizado na Polônia.

Após a repercussão do caso, a gravidez passou a ser associada à decisão, mas Juliano Crema negou que a gestação tenha sido o motivo do afastamento.

Na entrevista, o presidente do CNB procurou diferenciar a gravidez dos episódios que, segundo ele, levaram à perda do título, citando alterações em trajes, compromissos relacionados a parceiros comerciais e questões de comunicação como parte das situações que teriam contribuído para a decisão.

Assista:

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Leo Dias (@leodias)

Siga o canal da Contigo no Instagram e fique por dentro das notícias mais bombásticas dos famosos, bastidores da TV e novelas.

📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos
Contigo Contigo
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra