Marco Nanini na Justiça: ex-funcionário alega pagamento menor que salário mínimo com jornada de trabalho extensa e cobra quase R$ 90 mil de indenização, mas leva 18,3% do valor
Marco Nanini foi citado na Justiça por um ex-funcionário, que alegou cumprir jornada de trabalho extensa, fora atividades fora do contrato de caseiro. Saiba detalhes e o acordo entre as partes
O ator Marco Nanini foi processado por um ex-caseiro que cobrava cerca de R$ 87 mil em direitos trabalhistas. Na ação movida no Rio de Janeiro, o ex-funcionário alegou remuneração inferior ao salário mínimo, acúmulo de funções e jornadas exaustivas com prontidão ininterrupta. Apesar das queixas sobre a rotina de trabalho e a demissão sem justa causa após quatro anos de serviço, a Justiça concedeu ao autor apenas 18,3% da indenização inicialmente pleiteada.
Marco Nanini foi processado por um ex-funcionário, que trabalhou para ele como caseiro por pouco mais de quatro anos. Na Justiça, o anônimo alegou que recebia menos de um salário mínimo (R$ 1.363,44) e que cumpria jornada extensa de trabalho, além do acúmulo de funções, fora que ficava de prontidão por alguns períodos.
O ex-funcionário do ator de 78 anos pediu uma indenização de R$ 87.085,89 na ação que correu na 20ª Vara do Trabalho do Rio de Janeiro. Segundo S. dos S., a demissão ocorreu em julho do ano passado sem justa causa - naquela época, o salário mínimo em vigor era quase R$ 200 maior (R$ 1.518).
O que trabalhador alegou contra Marco Nanini?
Por outro lado, o ex-colaborador recebia R$ 240 de "outros adicionais" e mais R$ 130 de salário-família. O trabalhador alegou que cumpria jornada a partir das 17h da sexta-feira até às 9h da quarta-feira.
Nessas 16h, tinha direito a 1h de intervalo, porém que entre 9h e 17h seguia à disposição de Nanini, que já enfrentou a depressão. O anônimo indicou ainda ter trabalhado em alguns feriados para o humorista, intérpete do Linel na segunda versão de "A Grande Família". A informação é do colunista Daniel Nascimento, do jornal "O Dia".
Marco Nanini na Justiça: ex-funcionário citou botão de alerta
Em outra parte da ação, o ex-colaborador alegou que dormia na casa do ator e, se necessário, tinha que atender chamados fosse de manhã, à tarde, à noite ou até na madrugada. Por isso, um botão de alerta foi colocado próximo ao quarto dele e o apa...
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