Mara, Dado, Urach e Gracyanne aproveitam polêmicas e lançam pré-candidatura a deputado
Eleições de outubro devem ter vários rostos conhecidos na urna eletrônica
De Tiririca a Volodymyr Zelensky, de Alexandre Frota a Ronald Reagan, não são poucos os artistas que se converteram à política.
Esse grupo pode aumentar nas eleições legislativas de 2026.
Ator e campeão de ‘A Fazenda 1’, Dado Dolabella se filiou ao MDB (sigla associada ao centrão no Congresso) e pretende concorrer a deputado federal pelo RJ.
“Pai de família, um homem que tem compromisso com a família, com princípios bons na sociedade”, descreveu um dirigente do partido. Em vídeo, o artista declarou apoio a Flávio Bolsonaro (PL-RJ) para presidente.
Nos últimos anos, Dado apareceu mais por controvérsias com ruidosa repercussão, como as brigas com a então namorada Marcela Tomaszewski e a separação pela segunda vez de Wanessa Camargo, do que por trabalhos na TV.
Cancelada por parte do público no ‘Big Brother Brasil 25’ e dona de um dos corpos mais elogiados e criticados do país, Gracyanne Barbosa anuncia a intenção de ser deputada federal pelo Republicanos, partido de direita que elege muitos líderes evangélicos. Ela também vai pedir os votos dos fluminenses.
A musa fitness afirmou que a legenda conservadora representa seus “valores e princípios”. Questionada sobre a plataforma de propostas, respondeu que será baseada em “disciplina, foco, esportes”.
Outra personalidade midiática que manifestou o desejo de se tornar política em Brasília é a atriz de filmes adultos Andressa Urach.
Ex-membro da Igreja Universal do Reino de Deus, ela disse que pretende ser deputada federal por São Paulo. Ainda não definiu o partido, mas indicou que será de centro ou centro-esquerda.
Mara Maravilha revelou que quer ser “a primeira senadora baiana eleita pelo estado de São Paulo”. A apresentadora e cantora gospel milita à direita, sendo fiel apoiadora do deputado federal Nikolas Ferreira e do ex-presidente Jair Bolsonaro.
Sem freio na língua, ela costuma frequentar os perfis de fofocas por criticar famosos de pensamento progressista, como Xuxa e Daniela Mercury. A defesa das pautas de costumes deve render o apoio da bancada evangélica à sua candidatura.