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'Maior furada da minha vida': Escritora diz ter sido colocada em perigo no Monte Rinjani

Leticia Mello relembra perigo no Monte Rinjani, o mesmo em que Juliana Marins sofreu a queda e faleceu durante a semana; veja mais detalhes

27 jun 2025 - 11h09
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As autoridades da Indonésia revelaram que a jovem Juliana Marins morreu 20 minutos após sofrer a queda do vulcão Rinjani. Segundo a autópsia, ela sofreu uma fratura no tórax, que causou uma hemorragia interna letal. Agora, diversos turistas que estiveram no mesmo local estão compartilhando suas experiências, como é o caso da brasileira Letícia Mello, que tentou subir até o cume em 2017.

Leticia Mello relembra perigo no Monte Rinjani, o mesmo em que Juliana Marins sofreu a queda e faleceu durante a semana; veja mais detalhes
Leticia Mello relembra perigo no Monte Rinjani, o mesmo em que Juliana Marins sofreu a queda e faleceu durante a semana; veja mais detalhes
Foto: Mais Novela

Foi enganada

A escritora publicou seu relato nas redes sociais e foi incisiva ao dizer que a trilha foi uma das mais perigosas que enfrentou. "O Monte Rinjani foi a maior furada da minha vida", desabafou. "Dentre tudo que já fiz, o Monte Rinjani foi a única atividade em que me senti em perigo real".

Leticia conta que se sentiu mais segura escalando o vulcão mais alto da America Latina sozinha. A autora ainda relembra que foi enganada pela agência de viagens que a vendeu a trilha pelo monte indonésio. Isso porque a empresa disse que o passeio não exige preparo físico e muito menos equipamentos. Ela diz que isso não se passa de uma mentira já que metade de seu grupo desistiu no primeiro dia de escalada.

Pavor sem fim

Leticia diz ter passado necessidades durante a aventura: "A comida era muito básica, a ponto de nem nos alimentar direito. Os guias eram esforçados e extremamente simpáticos, mas muito mal equipados e preparados. Acordamos às 2h da manhã no terceiro dia para chegar ao cume e ver o sol nascer. Mas na noite anterior houve uma tempestade fortíssima e ninguém chegou ao cume".

Ela lembra de ter perguntado ao guia se o grupo seguiria a trilha até o cume mesmo com o mau tempo e o profissional respondeu que, se ela desejasse, ele subiria junto dela: "É complicado estar no topo da montanha e não poder contar com o conhecimento do guia ou com a tecnologia para nos guiar. Pior ainda, mal tínhamos um idioma em comum".

A autora ainda diz que percebeu o nível do perigo na descida, ao observar os penhascos que se formam dos dois lados do monte: "Fiquei bem perplexa por termos subido no escuro, sem equipamento, com frio e com guias que, apesar de permanecerem conosco, não tinham preparo. Na subida, dávamos dois passos pra frente e um pra trás. Exige bastante esforço. A descida foi feita escorregando mesmo".

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