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Letícia Cazarré expõe real estado de saúde da filha e assusta com pedido: 'Quem puder'

Influenciadora Letícia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré, atualiza estado de saúde da filha Maria Guilhermina

2 set 2026 - 15h53
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Resumo
Internada na UTI do Hospital Albert Einstein, Maria Guilhermina, filha de Letícia e Juliano Cazarré, enfrentou uma madrugada delicada com convulsões e queda brusca de saturação após um pico de febre. A menina foi estabilizada com anticonvulsivantes e passou por eletroencefalograma. Diante da situação, a mãe pediu orações aos seguidores. Nascida em 2022, a criança trava uma longa batalha contra a Anomalia de Ebstein, uma cardiopatia congênita rara que já exigiu diversas cirurgias complexas.

A influenciadora e stylist Letícia Cazarré, esposa do ator Juliano Cazarré, voltou às suas redes sociais nesta quarta-feira, dia 02/09, para compartilhar um desabafo. Sua filha, a pequena Maria Guilhermina, que está internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI/CTI) do prestigiado Hospital Israelita Albert Einstein, na zona sul de São Paulo, enfrentou uma madrugada delicada e cheia de intercorrências de saúde, exigindo intervenção médica imediata e intensificação dos cuidados da equipe hospitalar.

Letícia Cazarré
Letícia Cazarré
Foto: Reprodução/Instagram / Contigo

Durante a madrugada e o início da manhã desta quarta-feira, Letícia explicou em detalhes o quadro clínico enfrentado por Maria Guilhermina ao longo das últimas horas. De acordo com a influenciadora, a equipe médica que acompanha a menina acredita que um pico rápido e elevado de febre tenha sido o gatilho para os episódios convulsivos.

A menina apresentou episódios sucessivos de convulsão acompanhados por uma queda brusca nos níveis de saturação de oxigênio no sangue, exigindo socorro rápido da equipe de enfermagem e dos médicos do Einstein. "Guilhermina teve duas intercorrências ontem à noite, com convulsões e queda brusca de saturação. Provavelmente foi um pico de febre muito rápido. Estabilizamos com medicação na veia, anticonvulsivante", relatou a stylist.

Diante do sofrimento da filha, Letícia abriu o coração sobre a dor emocional de vivenciar momentos tão severos dentro do ambiente hospitalar: "Nunca é fácil para uma mãe ver seus filhos sofrendo. Mas tenho certeza de que não nos faltará a graça necessária!", desabafou.

Pedido de orações 

Ainda durante a madrugada, Maria Guilhermina permaneceu conectada a aparelhos para o monitoramento contínuo da atividade cerebral e passou por um exame de eletroencefalograma para avaliar o impacto das crises convulsivas em seu sistema nervoso central.

"Passou a noite no eletroencefalograma, dormindo muito. Está bem pálida e inchadinha. Continuem rezando, amigos", relatou a mãe no primeiro boletim divulgado aos internautas.

Já na manhã desta quarta-feira, Letícia retornou ao Instagram para atualizar que a garotinha continuava desacordada e repousando desde a noite anterior por conta do efeito dos remédios: "Continua dormindo desde as 22h".

Devota fervorosa da Igreja Católica, assim como o marido Juliano Cazarré, Letícia pediu que os seguidores dediquem um momento do dia para rezar pela recuperação da filha: "Quem puder ir à missa hoje ou apenas entrar em uma igreja bonita e rezar por ela, eu agradeço".

Entenda o estado de saúde de Guilhermina

Desde o seu nascimento, em junho de 2022, Maria Guilhermina trava uma rotina intensa de batalhas médicas e internações em decorrência de uma condição cardíaca congênita de extrema raridade e complexidade conhecida como Anomalia de Ebstein.

A condição afeta diretamente a válvula tricúspide, uma das quatro válvulas do coração que controla o fluxo sanguíneo entre o átrio direito e o ventrículo direito. Na anomalia, essa válvula se desenvolve em uma posição errada e com folhetos deformados.

Essa alteração anatômica impede o fechamento adequado da válvula, fazendo com que o sangue reflua dentro do próprio coração em vez de seguir seu trajeto normal em direção aos pulmões para ser oxigenado. Como resultado, o órgão precisa trabalhar com muito mais esforço para bombeá-lo para o resto do corpo.

A gravidade da anomalia varia de paciente para paciente. No caso de Guilhermina, a condição se apresentou na forma mais severa, exigindo cirurgias delicadas no coração logo nos primeiros dias de vida, uso frequente de cânula de traqueostomia, gastrostomia e acompanhamento contínuo de equipes multidisciplinares com neurologistas, cardiologistas e fisioterapeutas.

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