Klebber Toledo na Justiça do Trabalho: ator tenta reverter condenação acima de R$ 32,5 mil envolvendo demissão em estúdio de tatuagem e pagamento de FGTS; famoso é apontado como 'sócio oculto'. Entenda polêmica
Klebber Toledo na Justiça: o ator se vê em uma batalha judicial para reverter uma condenação. Apontado como 'sócio oculto' de um estúdio de tatuagem, a defesa contesta a versão. Detalhes!
O ator Klebber Toledo tenta reverter uma condenação de mais de R$ 32,5 mil na Justiça do Trabalho após ser apontado como "sócio oculto" do estúdio Old Factory Tattoo, no Rio de Janeiro. A ação foi movida por um ex-gerente que cobra direitos trabalhistas como FGTS, aviso-prévio e férias proporcionais. A defesa do artista contesta a decisão de primeira instância, alegando que sua relação com o estabelecimento era apenas de divulgação como influenciador digital, sem vínculo societário.
Klebber Toledo foi condenado na Justiça do Trabalho após ser reconhecido como "sócio oculto" de estúdio de tatuagem no Rio de Janeiro. Agora, o ator tenta reverter a decisão de primeira instância no processo de R$ 32.560,62. A ação movida por ex-funcionário do local envolve ainda um anônimo e a empresa Old Factory Tattoo, nome fantasia do L A R Estúdio de Tatuagem Ltda.
O ex-colaborador foi gerente do local entre agosto de 2023 e julho seguinte com salário de R$ 3,5 mil, e a Justiça reconheceu a relação de trabalho de G.P. com o estúdio de tatuagem, determinando que fosse pago uma série de direitos trabalhistas. Segundo o colunista Daniel Nascimento do jornal "O Dia" a cobrança envolve do aviso-prévio a férias acrescidas de um terço, além da proporcionalidade do 13º salário.
Outros valores incluem saldo de salário, FGTS relativo ao período de contrato, e multas referentes ao fundo e às multas relacionadas aos artigos 467 e 477 da CLT (Consolidação das Leis do Trabalho). Falta, contudo, apurar a liquidação de sentença. O Purepeople aguarda retorno da assessoria do ator.
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Outra questão envolve a ligação de Klebber com o estúdio: a defesa do ator aponta que ele não era sócio e apenas divulgava o estabelecimento como "influencer". Por sua vez, o ex-gerente, autor da ação, apontou contato mínimo com o artista e que nunca recebeu ordens do marido de Camila Queiroz. Tampouco o viu passando ordens aos demais funcionários, função que caberia a R.V..
Já uma testemunha disse que Klebber vis...
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