Justiça aperta o cerco contra Virginia no exterior e impõe prazo urgente para retorno ao Brasil
Justiça impõe limite de dias fora do Brasil, ameaça reter passaporte de Virginia Fonseca e cobra R$ 120 milhões em ação de apostas
A Justiça impôs um prazo de 20 dias para que Virginia Fonseca retorne ao Brasil, sob risco de retenção do passaporte. Atualmente na Espanha, a influenciadora não foi localizada em Goiânia para ser intimada em uma Ação Civil Pública do MPDFT, que cobra R$ 120 milhões por suposta publicidade enganosa de apostas online. Sua defesa alega que responderá nos autos, afirmando que a ação é precipitada e que a responsabilidade civil exige provas concretas, rebatendo qualquer intenção de lesar consumidores.
A influenciadora Virginia Fonseca pode ter que encurtar sua temporada na Espanha devido a uma nova complicação com a Justiça brasileira. De acordo com o portal LeoDias, a empresária está sendo ativamente procurada para ser intimada em uma Ação Civil Pública movida pelo Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT).
Como não foi localizada nos endereços informados em Goiânia - mesmo após tentativas de entrega dos Correios pelo Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) -, a situação escalou. Agora, há uma determinação rígida que estabelece um limite máximo de 20 dias fora do Brasil para a influenciadora. Caso ultrapasse o prazo, medidas coercitivas poderão ser adotadas, incluindo a retenção de seu passaporte para garantir que ela cumpra a determinação judicial.
O processo milionário e a defesa da influenciadora
A Ação Civil Pública que mira a influenciadora cobra uma indenização impressionante de R$ 120 milhões por danos morais coletivos, sob a acusação de publicidade enganosa na divulgação de plataformas de apostas online.
Atualmente na Espanha desde o dia 12 de setembro para acompanhar o namorado, o jogador Vini Jr., e realizar compromissos profissionais com sua marca de cosméticos, Virginia corre contra o tempo.
Quando o caso veio à tona, a defesa da famosa emitiu uma nota rebatendo as acusações e criticando a pressa do órgão público:
"A defesa de Virginia Fonseca tomou conhecimento, por meio da imprensa, nesta quinta-feira (9/7), da Ação Civil Pública. As alegações serão respondidas tecnicamente nos autos. Contudo, cabe destacar que a própria petição inicial reconhece a existência de diligências ainda pendentes, incluindo a requisição de contratos e outras informações relevantes. Esses documentos são essenciais para o completo esclarecimento dos fatos, especialmente quanto à natureza do vínculo, à forma de remuneração e aos limites da atuação publicitária de Virginia Fonseca".
Os advogados também refutaram qualquer alegação de conluio ou intenção de prejudicar consumidores, afirmando que a responsabilidade civil deve ser amparada em provas concretas e não em presunções. Até o momento, a assessoria de imprensa de Virginia não se manifestou sobre a nova determinação de limite de permanência fora do país.
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