Jornalista abandona programa ao vivo após acusar abuso de apresentador: 'De novo'
Jornalista chocou o público ao confrontar apresentador no estúdio e tomar decisão drástica diante das câmeras; veja!
O ambiente de trabalho nos bastidores da TVE virou assunto no mundo inteiro após um desentendimento dramático diante das câmeras. Durante a última edição do Malas Lenguas Noche, a jornalista Marta Gómez Montero decidiu interromper abruptamente a pauta política do dia para confrontar o comandante da atração, Jesús Cintora.
Sem hesitar, ela recusou a palavra e denunciou o tratamento hostil que vinha recebendo na emissora pública. "Não vou responder, Jesús. Você não vai me humilhar de novo. Me sinto absolutamente humilhada", disparou a profissional, deixando a bancada e os telespectadores em choque.
Em seguida, a jornalista revelou que o salário no final do mês era o único motivo para tolerar os constantes desgastes diários na empresa. Segundo o relato, a necessidade de honrar seus compromissos financeiros pesou na decisão de continuar no emprego. "Para pagar as contas e sustentar meus filhos", explicou ela sobre a jornada exaustiva.
Antes de se retirar definitivamente, a comunicadora usou a genialidade de Gabriel García Márquez para resumir seu cansaço emocional. "Bem, eu, Cintora, prefiro comer merda", declarou, parafraseando o célebre romance Ninguém Escreve ao Coronel.
Apresentador tenta acalmar os ânimos
Surpreso com o abandono do estúdio ao vivo, o comandante do programa tentou reverter a situação constrangedora imediatamente. "Ela decidiu sair. Ninguém está sendo humilhado aqui", argumentou ele aos telespectadores. Posteriormente, o comunicador recorreu às suas redes sociais para se desculpar pela tortuosa dinâmica de trabalho exibida e enfatizou que as portas seguiam abertas para o retorno da parceira de bancada.
Por conta da gravidade do caso, a alta cúpula da RTVE assumiu o controle da crise institucional. De fato, o principal executivo da rede, José Pablo López, usou uma audiência no Parlamento para garantir que a jornalista retornaria ao seu posto habitual. Surpreendentemente, a reintegração da profissional ocorreu em tempo recorde, alimentando ainda mais o debate na imprensa da Espanha sobre assédio moral corporativo.
Clima de paz sela o retorno da jornalista
Logo no início de seu primeiro dia de volta ao trabalho, a jornalista buscou afastar o clima de rivalidade no estúdio. Ela justificou sua atitude extrema como fruto de uma sobrecarga emocional momentânea e pediu que a atenção se voltasse aos fatos noticiados. "O importante não sou eu, a audiência que está nos assistindo", ponderou. Para encerrar o assunto, ela e seu colega deram as mãos na bancada do telejornal, mostrando ao vivo um pacto de trégua.
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