Jojo Todynho: Aluno registra boletim de ocorrência após briga na universidade; entenda
Caso aconteceu durante atividade do curso de Direito na Universidade Estácio de Sá, no Rio, e foi registrado como suposta injúria
Um aluno do curso de Direito da Universidade Estácio de Sá, no Rio de Janeiro, registrou um boletim de ocorrência contra Jojo Todynho após uma confusão em sala de aula. A situação aconteceu na noite de quarta-feira, 5, durante um simulado. O caso foi registrado como denúncia por suposta injúria.
De acordo com informações divulgadas pelo colunista Lucas Pasin, do Metrópoles, estudantes relataram que um grupo do qual Jojo fazia parte falava alto durante a atividade. Após pedidos de silêncio feitos por colegas e pela professora, a cantora teria reagido com palavrões, o que levou um dos alunos a se sentir ofendido e procurar a polícia para formalizar a queixa.
Procurada pelo Estadão, a Polícia Civil confirmou o caso, que está sendo investigado pela 32ª DP (Taquara). "Diligências estão em andamento para esclarecer os fatos", informou a nota.
À reportagem, a assessoria de Jojo Todynho negou que a influenciadora tenha iniciado a discussão e afirmou que ela foi provocada com expressões ofensivas. A defesa da influenciadora afirma que adotará medidas legais para responsabilizar o autor da queixa pelos crimes de denunciação caluniosa e falsa comunicação de crime.
Leia a nota na íntegra:
"A defesa técnica da artista Jojo Todynho, representada pelo advogado José Estevam Macedo Lima, informa que, diante dos fatos recentemente noticiados, foram adotadas todas as medidas jurídicas cabíveis para apuração da conduta de quem, após provocá-la com expressões ofensivas, registrou ocorrência policial em tentativa de inverter a realidade dos acontecimentos.
Conforme consta dos elementos colhidos pelas testemunhas, o Sr. Arnaldo De Oliveira falta com a verdade dos fatos noticiados no registro de ocorrência.
Diante da indevida tentativa de criminalizar a vítima e de utilizar o sistema de justiça para fins de autopromoção, a defesa promoverá as medidas legais para responsabilização do autor do registro pelos crimes de denunciação caluniosa (art. 339 do Código Penal) e falsa comunicação de crime (art. 340 do Código Penal)."
O Estadão também tentou contato a assessoria da Estácio de Sá. Até a publicação desta nota, não houve retorno. O espaço permanece aberto.
Estudantes da turma afirmaram a Lucas Pasin que este não foi um episódio isolado e que já havia reclamações anteriores sobre o comportamento da influenciadora em sala. Segundo eles, a universidade teria sido comunicada, mas não tomou nenhuma providência. Alguns cobram que a instituição se manifeste oficialmente e tome medidas internas.