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João Vitti relembra atuação na novela 'O Cravo e a Rosa'

'Amo fazer personagens que viveram em outros tempos. Muita gente me diz que tenho cara de personagem de época', diz o ator

29 jul 2022 - 17h06
(atualizado às 17h12)
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No ar com a reprise da novela O Cravo e a Rosa, na Globo, João Vitti relembra seu personagem, o jornalista Serafim, e afirma que ele é um dos mais lembrados entre os que viveu até hoje na teledramaturgia, além de ter sido um marco em sua carreira .

"O Cravo e a Rosa me trouxe tanta alegria que rompi com todos os preconceitos que tinha em relação ao Rio de Janeiro e decidi sair de São Paulo com minha família para viver na cidade onde sou feliz há mais de 20 anos", ressaltou o ator.

Novelas de época são os trabalhos na TV que João Vitti guarda com mais carinho. Para ele, o processo de preparação é estimulante. "Amo fazer personagens que viveram em outros tempos. Aliás, muita gente me diz que tenho cara de personagem de época. Antes de O Cravo e a Rosa, tinha feito Éramos Seis e O Direito de Nascer, que de certa forma me ambientaram para esse trabalho", disse.

Como está sendo relembrar 'O Cravo e a Rosa' e sentir o retorno do público?

Assisto sempre que posso e com muita alegria. O Cravo e a Rosa é uma unanimidade entre o público, não conheço quem não goste da novela.

Na sua opinião, quais fatores fazem a novela ser sucesso em todas as exibições?

Acredito que a fonte está no talento e inspiração do Walcyr Carrasco em sua adaptação para a TV da obra de Shakespeare, A Megera Domada, e no elenco extraordinário que o Dennis Carvalho e o Walter Avancini reuniram.

Qual a importância desse trabalho em sua carreira?

Poder contracenar e aprender com grandes atores que admiro e respeito como Ney Latorraca, Luís Melo, Carlos Vereza, Eva Todor, Pedro Paulo Rangel, Eduardo Moscovis, Adriana Esteves, Drica Moraes, entre outros, e ter tido a oportunidade de ser dirigido pelo mestre Walter Avancini. E na minha vida pessoal, O Cravo e a Rosa me trouxe tanta alegria que rompi com todos os preconceitos que tinha em relação ao Rio de Janeiro e decidi sair de São Paulo com minha família para viver na cidade onde sou feliz há mais de 20 anos.

O que você mais gostou ao interpretar esse personagem?

Amo fazer personagens que viveram em outros tempos. Aliás, muita gente me diz que tenho cara de personagem de época. Antes de O Cravo e a Rosa, tinha feito Éramos Seis e O Direito de Nascer, que de certa forma me ambientaram para esse trabalho.

Conte um pouco sobre a personalidade do jornalista Serafim.

Serafim é um autêntico caça-dotes, ambicioso, interesseiro e covarde.

Como foi a parceria com o elenco, alguma mais especial?

Todos os encontros foram especiais e significativos. A história dos bastidores, as relações de amizade e companheirismo que foram sendo construídas entre os atores, diretores e equipe também aparecem subjetivamente na tela da TV, refletindo uma aura de muito brilho e alto astral. Parte considerável do sucesso da novela tem suas raízes nesse valor inestimável e essencial para um trabalho onde iríamos conviver quase diariamente por muitos meses.

Qual a principal lembrança que você guarda do período de gravação da trama e dos bastidores?

São muitas as boas lembranças que guardo das gravações e dos bastidores, mas nada se compara as caronas que dava para o Ney Latorraca quando voltávamos dos Estúdios Globo. Era uma hora de gargalhada me segurando para não fazer xixi na calça. O Ney é uma pessoa incrível, por quem eu tenho um carinho imenso.

Até hoje o público fala da novela com você, mesmo antes da reprise? Como são essas abordagens?

Sim, sempre e com muito carinho. As pessoas iniciam a abordagem comigo rindo ao falar sobre o jornalista Serafim.

Você é muito autocrítico ao rever um trabalho antigo?

Depois do trabalho não, mas durante sim. Não gosto de assistir minhas cenas quando estou gravando, com o trabalho no ar.

O Cravo e a Rosa - Edição Especial tem autoria de Walcyr Carrasco, coautoria de Mário Teixeira e colaboração de Duca Rachid, direção-geral de Walter Avancini e Mário Márcio Bandarra e direção de Amora Mautner. A direção de núcleo é de Dennis Carvalho.

Estadão
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