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Irmã de ex-ator mirim morto desabafa após absolvição de acusado e questiona assassinato

Caso João Rebello: irmã lamenta decisão da Justiça e cobra respostas sobre morte do ator

14 out 2026 - 09h32
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Resumo
A absolvição de Felipe Souza Bruno, acusado de assassinar o ex-ator mirim João Rebello em outubro de 2024 na Bahia, gerou desabafo de sua irmã, Maria Carol Rebello. O réu foi inocentado pelo Tribunal do Júri por falta de provas, a pedido da própria defesa e do Ministério Público. A família relatou desgaste emocional e reforçou a tese de que o artista foi morto por engano dentro de um carro em Trancoso, cobrando respostas definitivas sobre quem foram os verdadeiros mandantes e executores do crime.

A absolvição do acusado pela morte de João Rebello reacendeu a dor da família do ex-ator mirim, assassinado a tiros em Trancoso, na Bahia, em outubro de 2024. Nas redes sociais, Maria Carol Rebello, irmã do artista, se pronunciou sobre o resultado do julgamento e relatou o desgaste emocional enfrentado pelos familiares. Em sua manifestação, ela agradeceu as mensagens de solidariedade, mas ressaltou que a decisão judicial não encerra as dúvidas sobre o crime nem diminui a ausência deixada pelo irmão.

Irmã de ex
Irmã de ex
Foto: ator mirim morto desabafa após absolvição de acusado e questiona assassinato / Contigo

Irmã relata sofrimento e cobra esclarecimentos

Ao falar sobre o momento vivido pela família, Maria Carol escreveu: "Estamos bem, gente. Obrigada pelas mensagens. Estamos cansadas emocionalmente e a saudade é infinita. Nada vai trazer meu irmão de volta!". A atriz e roteirista também afirmou que, desde o início, os parentes buscavam compreender como o assassinato aconteceu e por que João foi atingido. Segundo ela, a possibilidade de um engano sempre esteve presente nas informações sobre o caso. "Tudo que a gente sempre quis foi entender o que aconteceu e o que levou a esse engano horroroso. A índole do meu irmão nunca foi questionada, desde o início sempre ficou claro que ele foi assassinado por engano", declarou.

A familiar também questionou se ainda será possível esclarecer quem ordenou e quem executou a ação. "Mas fica o questionamento do que aconteceu, quem mandou fazer e quem fez essa atrocidade. Era essa a resposta que a gente queria... Não existem provas concretas, e a Justiça decidiu assim!", concluiu. O desabafo demonstra que, para os parentes, a identificação de todos os envolvidos e a reconstrução dos acontecimentos continuam sendo questões centrais.

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Júri absolveu acusado pela morte do ex-ator

Felipe Souza Bruno, conhecido como Zingue, foi absolvido pelo Tribunal do Júri em Porto Seguro na terça-feira (13). Durante o julgamento, o Ministério Público da Bahia e a defesa pediram a absolvição por falta de provas que confirmassem a participação dele no homicídio, enquanto a assistência de acusação defendeu a condenação. A decisão pode ser contestada judicialmente.

João Rebello foi morto em 24 de outubro de 2024, dentro de um carro em Trancoso. As investigações apontaram que ele teria sido confundido com outra pessoa. Mesmo após o julgamento, a família segue sem todas as respostas que procura sobre as circunstâncias do assassinato.

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