Grave? Pedro Bial revela enfisema pulmonar causado pelo cigarro e admite arrependimento
Pedro Bial expõe problema de saúde e lamenta anos em que foi fumante
Aos 68 anos, Pedro Bial revelou conviver com enfisema pulmonar, sequela do período em que era fumante intenso, hábito que abandonou há 18 anos. Em entrevista à revista GQ, o jornalista expressou profundo arrependimento pelas escolhas do passado ligadas ao tabagismo. Ele também lembrou a cirurgia cardíaca que enfrentou em 2016, com três pontes de safena, experiência que o levou a refletir sobre a morte e a defender que decisões sobre a finitude sejam discutidas com lucidez e saúde.
O apresentador Pedro Bial falou abertamente sobre uma consequência que permanece em sua vida mesmo depois de abandonar o cigarro. Aos 68 anos, o jornalista contou que convive com enfisema pulmonar, condição que atribui ao período em que manteve o hábito de fumar. A revelação aconteceu durante uma entrevista à revista GQ e foi divulgada pela coluna de Fábia Oliveira, do Metrópoles.
O comunicador explicou que conseguiu parar de fumar depois dos 50 anos e, desde então, passou a cuidar mais da saúde. Ao recordar aquela fase, Pedro Bial reconheceu que teve um comportamento bastante intenso com o cigarro. "Eu era um fumante bravo", afirmou. Mesmo longe do tabaco há 18 anos, ele ainda lida com a sequela provocada pela exposição prolongada.
Apresentador também reflete sobre a própria morte
Ao comentar o impacto que o vício deixou, Pedro Bial não escondeu o arrependimento pelo tempo em que fumou. O apresentador foi direto ao falar sobre como enxerga algumas escolhas do passado. "A minha vida é feita de arrependimento. Eu sou um arrependimento ambulante", declarou durante a conversa. Além do problema pulmonar, ele também já passou por uma situação delicada envolvendo a saúde cardíaca.
Em 2016, Pedro Bial precisou passar por uma cirurgia e colocou três pontes de safena. A experiência, somada aos avanços da medicina, fez com que ele refletisse de maneira mais profunda sobre a morte e sobre as decisões que uma pessoa pode tomar enquanto ainda está em condições de discutir o próprio futuro. Para o jornalista, esse tipo de conversa não deveria ser adiado para um momento de fragilidade. "É o pior momento de falar", afirmou, ao defender que o assunto seja tratado enquanto as pessoas ainda estão saudáveis.
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