Script = https://s1.trrsf.com/update-1785522911/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE
Publicidade

Filha de Vampeta é presa por violência doméstica, vai parar na UTI e acusa o marido: 'Fui vítima'

Filha de Vampeta foi presa nos EUA por violência doméstica, passou mal na cadeia por falta de remédios para o coração e foi internada na UTI após acusar o marido de agressão

2 ago 2026 - 12h19
Compartilhar
Exibir comentários

Giovanna Batista Santos, filha do ex-jogador de futebol Vampeta, foi presa na Flórida, nos Estados Unidos, sob a acusação de violência doméstica. A jovem, de 23 anos, foi liberada após o pagamento de uma fiança de US$ 500 (cerca de R$ 2,7 mil). Após deixar a prisão, ela apresentou sua versão dos fatos em entrevista à Quem, afirmando que foi vítima de agressões cometidas pelo próprio marido e que sua saúde foi gravemente colocada em risco durante o período em que permaneceu detida.

Filha de Vampeta é presa por violência doméstica, vai parar na UTI e acusa o marido: 'Fui vítima'
Filha de Vampeta é presa por violência doméstica, vai parar na UTI e acusa o marido: 'Fui vítima'
Foto: Reprodução/Redes Sociais e Broward County / Contigo

Transplantada do coração, Giovanna relatou que ficou cerca de 24 horas sem receber os medicamentos indispensáveis para o seu tratamento contínuo. Assim que deixou a custódia, precisou ser socorrida às pressas e encaminhada a um hospital, onde permaneceu internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), recebendo alta médica apenas neste sábado (1º).

Morando no sul da Flórida há cerca de dois anos, Giovanna vivia na mesma região que a mãe, Roberta Soares Galiza, e a irmã, Gabriela. Ela havia oficializado a união com o companheiro em março de 2025, em uma cerimônia realizada em Deerfield Beach. Ao relembrar o relacionamento, a jovem desabafou sobre as reais motivações que acredita terem motivado o casamento:

"Casei-me com meu marido porque o amava e acreditava que estávamos construindo um futuro juntos. Permanecemos casados por aproximadamente dois anos. Durante todo esse período, confiei plenamente nele e jamais imaginei que nosso relacionamento terminaria da forma como terminou. Olhando para trás, hoje acredito que ele pode ter se casado comigo principalmente para obter benefícios imigratórios, e não porque realmente desejava construir uma vida ao meu lado".

A Dinâmica da Briga e a Versão das Agressões

Segundo a filha de Vampeta, o episódio que culminou em sua prisão teve início após um desentendimento motivado por um comportamento do marido na noite anterior: "Embora eu tenha ficado extremamente desconfortável com essa situação, decidi evitar uma discussão e fui me deitar. Na manhã seguinte, ao conversarmos sobre o ocorrido da noite anterior, a situação evoluiu para uma discussão".

Ela afirma que, durante o diálogo, a tensão aumentou rapidamente e passou a se sentir acuada: "Meu marido aproximou-se de forma extremamente intimidante, ficando com o rosto muito próximo ao meu, apontando os dedos para mim s e fazendo ameaças. Senti-me intimidada e com medo da situação".

De acordo com o relato, o pedido para que ele deixasse o apartamento desencadeou uma escalada de violência física: "Ele me empurrou contra a porta. Assustada com a agressão, eu o empurrei de volta na tentativa de me afastar e me proteger. Imediatamente depois, ele me agarrou, me encurralou, me jogou no sofá, me imobilizou e passou a me agredir fisicamente. Em consequência de suas agressões, fiquei com diversos hematomas pelo corpo".

Apesar de apresentar lesões corporais, Giovanna afirma que, após o marido acionar a polícia, acabou sendo a única detida.

O risco de vida na prisão e a retenção de documentos

Outro ponto grave destacado pela jovem foi a total falta de assistência médica enquanto esteve sob custódia, ignorando seu histórico como paciente de transplante cardíaco:

"Enquanto estava detida, informei repetidamente aos funcionários da unidade prisional que sou transplantada do coração e que faço uso contínuo de medicamentos antirrejeição indispensáveis para manter o órgão transplantado, além de medicamentos para controlar a pressão arterial. Apesar de terem sido informados sobre minha grave condição de saúde, não me forneceram os medicamentos prescritos durante as aproximadamente 24 horas em que permaneci sob custódia".

O reflexo da negligência quase lhe custou a vida, exigindo intervenção urgente dos familiares logo após a soltura: "Após minha liberação, minha família precisou acionar o serviço de emergência (911) devido ao agravamento do meu estado de saúde. Fui levada diretamente ao hospital, onde permaneço recebendo atendimento médico".

Além do abalo físico e emocional, Giovanna relatou que foi proibida de retornar ao próprio lar e que o companheiro reteve seus pertences mais essenciais: "Meu marido também reteve meus passaportes, deixando-me sem acesso aos meus documentos pessoais de identificação e de viagem".

Encerrando o desabafo, a jovem pediu rigor nas apurações das autoridades americanas: "Toda essa experiência me causou profundo sofrimento físico e emocional. Perdi minha sensação de segurança, meu lar, meus pertences, e minha saúde foi colocada em risco porque fui privada dos medicamentos essenciais para minha sobrevivência. Acredito que fui vítima de violência doméstica e peço que meu relato seja integralmente investigado, incluindo as circunstâncias que envolveram o nosso casamento e minha convicção de que meu marido se casou comigo principalmente para obter benefícios imigratórios".

Ver essa foto no Instagram

Um post compartilhado por Fábia Oliveira 👅 (@fabiaoliveira_)

Siga o canal da Contigo no Instagram e fique por dentro das notícias mais bombásticas dos famosos, bastidores da TV e novelas.

📊 Fofoca Awards: vote nos seus favoritos
Contigo Contigo
Compartilhar

Comentários

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie.

Publicidade
Meu Terra