Ex-apresentadora da Globo casada com Eduardo Cunha vende arranjos de flores por até R$ 3.600
Cláudia Cruz foi âncora de telejornais e apresentou o "Fantástico" na emissora nos anos 90
A jornalista Cláudia Cruz, ex-apresentadora da Globo e esposa de Eduardo Cunha, é dona de uma loja de arranjos florais de luxo, localizada em Minas Gerais, e também com quiosque em um shopping de luxo na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro. que entrega em todo o Brasil e vende modelos com preços que variam de R$ 305 até R$ 3.600.
A descrição da loja no Instagram diz que é "o maior acervo de orquídeas do Brasil". Em um dos vídeos postados no Instagram, a empresária contou que uma das preocupações era criar arranjos em gifts boxes. "O seu arranjo de orquídeas eternas, vai numa embalagem que também pode ser eterna", disse.
Claudia Cruz trabalhou na Globo nos anos 90 como repórter e apresentadora do Jornal Hoje, RJTV e Fantástico. Ela é casada com o ex-deputado Eduardo Cunha com quem teve uma filha.
Eduardo Cunha ficou três anos preso
Eduardo Cunha foi preso em 19 de outubro de 2016, em Brasília, por determinação do então juiz federal Sergio Moro, durante as investigações da Operação Lava Jato.
O ex-presidente da Câmara dos Deputados permaneceu em prisão preventiva por cerca de três anos, em Curitiba. Em março de 2020, passou a cumprir prisão domiciliar em razão da pandemia de Covid-19. No ano seguinte, em abril de 2021, a Justiça revogou a prisão preventiva, permitindo que ele respondesse aos processos em liberdade.
Já em 2023, o Supremo Tribunal Federal (STF) anulou uma das condenações impostas a Cunha no âmbito da Lava Jato. Na ocasião, ele havia sido condenado pela Justiça Federal do Paraná a 15 anos e 11 meses de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.
Na ocasião, a defesa do ex-deputado divulgou uma nota afirmando que "Eduardo Cunha, assim como outros inúmeros réus, foi vítima de um processo de perseguição abusivo, parcial e ilegal e julgado por uma instância manifestamente incompetente".
Essa semana, o ministro do STF, Flávio Dino, determinou o bloqueio de mais de R$ 6 milhões de suas contas devido a suspeitas de desvio de emendas parlamentares. Cunha contesta a acusação e nega irregularidades.
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