Estrela de 'Quem Ama Cuida', Letícia Colin descobre diagnóstico severo e retoma tratamento: 'Crise'
Atriz de Quem Ama Cuida havia ficado meses sem fazer as sessões por conta das gravações da novela; fisioterapeuta explica riscos do inverno para quem tem a doença
Letícia Colin, de 36 anos, usou as redes sociais para contar que voltou a fazer sessões de fisioterapia respiratória com a profissional Nahla Hassan Marques após um longo período de ausência causado pelo ritmo intenso de gravações de Quem Ama Cuida. "Dei uma sumidinha, né?", admitiu a atriz. "Deu uma sumidinha, de janeiro para cá", confirmou Nahla.
A atriz, que tem asma, aproveitou o retorno para perguntar à fisioterapeuta o que é recomendado para quem convive com a doença em um período de alta demanda física e vocal. A especialista foi direta: "Quem tem asma é importante sempre ter um acompanhamento de um fisioterapeuta respiratório, porque qualquer descompensação respiratória, qualquer sinusite, qualquer laringite, qualquer descompensação de via aérea superior pode levar a uma descompensação pulmonar. Hoje a gente trabalhou bastante expansibilidade pulmonar, mobilização de secreção por conta da irritabilidade da mucosa respiratória. Ter um acompanhamento nesse período em que a temperatura esquenta, a temperatura esfria, muita umidade, muito ar ressecado, acompanhamento é importante."
Na legenda do vídeo, Letícia fez questão de alertar os seguidores sobre a importância da prevenção no inverno. "Não espere a crise acontecer para cuidar da sua saúde respiratória. A prevenção e o acompanhamento profissional fazem toda a diferença! Respire melhor. Cuide-se neste inverno."
O que é a asma
Segundo o Ministério da Saúde, a asma é uma das doenças respiratórias crônicas mais comuns no Brasil, ao lado da rinite alérgica e da doença pulmonar obstrutiva crônica. Seus sintomas mais frequentes são dificuldade para respirar, chiado no peito, sensação de aperto e respiração curta e rápida, que tendem a piorar à noite, nas primeiras horas da manhã ou diante de gatilhos como exercícios físicos, alérgenos, poluição e mudanças climáticas.
Entre os fatores que podem desencadear ou agravar a doença estão a exposição a poeira, ácaros, fungos e baratas, além de variações de temperatura e infecções virais. No campo genético, o histórico familiar de asma ou rinite e a obesidade também aumentam o risco de desenvolver processos inflamatórios associados à condição.
A boa notícia é que, embora a asma não tenha cura, o tratamento adequado permite controlar os sintomas a ponto de fazê-los desaparecer com o tempo. Com acompanhamento médico constante, a grande maioria das pessoas com a doença consegue levar uma vida completamente normal.
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