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Esposa de Pedro Bial e filha de 5 anos vivem terror em assalto: 'A arma...'

Maria Prata, esposa de Pedro Bial, foi assaltada durante momento com a filha em 'lugar perigoso'; confira o que aconteceu!

23 jan 2026 - 12h34
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A jornalista Maria Prata, esposa do apresentador Pedro Bial, passou por momentos de grande tensão nesta semana ao ser assaltada na companhia da filha, Dora, de cinco anos. A profissional usou o Instagram para compartilhar um relato comovente sobre o episódio, descrevendo o medo vivido por ambas.

Reprodução/Instagram
Reprodução/Instagram
Foto: Mais Novela

Segundo Maria, o assalto aconteceu em uma rua residencial da Lapa, enquanto ela caminhava a poucos metros de casa. "Hoje foi comigo. Essa imagem sem som que vemos repetidamente no feed: uma câmera de segurança, um motoqueiro de capacete e mochila de entregas, uma arma, alguém sendo assaltado na rua", iniciou. Ela detalhou: "Agora esse alguém era eu. Com minha caçula colada em mim. E com som, que não sai da minha cabeça. Não estava com celular na mão. Não estava 'dando bobeira' num 'lugar perigoso'. Estacionei o carro em uma rua residencial (fofa, de casinhas geminadas, na Lapa) e estava andando 20m até a casa para onde íamos".

Durante o assalto, o criminoso exigiu que Maria entregasse o celular e informasse a senha. Segundo o relato, ele estava nervoso e não conseguia digitar, o que aumentou a tensão: "Eu dizia a senha, mas, nervoso, ele errava as teclas. 'Repete! A senha!!' 'Eu abro o celular pra você!'". O assaltante chegou a desconfiar que ela fosse da polícia: "'A senha!! Você é polícia?!' Ele passou a mão na minha cintura pra ver se eu tava armada. Repeti a senha. Finalmente abriu. Ele revirou a bolsa, pegou meus cartões e saiu".

Apesar do perigo, Dora não presenciou a arma nem compreendeu completamente a situação: "Dora não viu a arma, não entendeu o que tava acontecendo por um motivo óbvio: ela sequer sabe que isso acontece. Entramos na casa, fomos acolhidas por muitos amigos. Entreguei Dora pro Pedro, que estava lá, e desabei longe dela. Só ali, pelas conversas, caras e perguntas, ela sentiu o baque. Chorou, ficou com medo, 'quero ir pra casa, mamãe'. Chegou polícia, depoimento. Horas de telefonemas cancelando tudo".

Mesmo abalada, Dora passou o dia tentando compreender o episódio. "Dora passou o dia falando sobre isso, processando, perguntando, querendo entender o que foi aquilo, quem era aquele cara, por que ele queria o telefone, a senha, a aliança, por que isso acontece", contou a mãe.

O trauma afetou profundamente Maria, que relatou noites sem sono revivendo o episódio: "São 4h da manhã, não consigo dormir. Minha cabeça é um replay sem fim de áudios e imagens de uma situação que ninguém deveria passar na vida. Nem eu, nem a Dora, nem aquele cara".

Apesar do susto, ela garantiu que ambas estão bem. "Estamos bem, têm coisas muito piores, o pesadelo poderia ser outro. Mas a vida é mesmo um sopro. Um movimento errado e o desfecho poderia ser outro, como já foi com tanta gente. Passamos as férias dedicados a mostrar para nossas filhas o Brasil mais sensacional que há. Hoje, o pior do Brasil nos atropelou. A todos os amigos que nos receberam, obrigada. Em frente. Estamos vivas".

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Um post compartilhado por Maria Prata (@mariaprata)

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