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Delegado que prendeu Deolane pede R$ 81 mil na Justiça; relembre o caso

Delegado Paulo Gondim processa influenciadora por danos morais após ser acusado de 'abuso de autoridade' e 'prisão criminosa'

13 abr 2026 - 16h11
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O embate entre a Justiça e Deolane Bezerra ganhou um novo e polêmico capítulo.

Confira o caso do delegado e Deolane
Confira o caso do delegado e Deolane
Foto: Fotos: Reprodução/Instagram / Famosos e Celebridades

O delegado Paulo Gondim, da Polícia Civil de Pernambuco, decidiu processar a influenciadora.

Ele pede uma indenização de R$ 81 mil por danos morais.

A ação judicial surge após declarações da advogada contra o policial. Confira os detalhes desse caso e as acusações que motivaram o processo.

O motivo do processo: Ofensas e acusações

A briga começou logo após a soltura de Deolane em 2024. A influenciadora não poupou críticas a Paulo Gondim, responsável pelas investigações na época.

Deolane afirmou publicamente que o delegado cometeu "abuso de autoridade".

Além disso, ela declarou que sua detenção foi uma "prisão criminosa". A influenciadora também acusou o delegado de mentir para a Justiça para mantê-la na cadeia.

Sentindo-se lesado em sua honra profissional, Gondim agora busca a reparação financeira nos tribunais.

Relembre a prisão de Deolane Bezerra

O caso explodiu em 4 de setembro de 2024. Deolane e sua mãe, Solange Bezerra, foram presas em um hotel de luxo no Recife.

A detenção fez parte da Operação Integration. Esta operação investiga lavagem de dinheiro e jogos de azar ilegais.

A trajetória de Deolane na prisão foi conturbada:

  • Primeira prisão: Ficou cinco dias na Colônia Penal Feminina do Recife.

  • Prisão domiciliar: Conseguiu o benefício, mas foi revogado em menos de 24 horas.

  • Segunda prisão: Foi levada para o presídio de Buíque, no sertão de Pernambuco, por descumprir medidas cautelares.

  • Liberdade: Deolane e a mãe foram soltas em 24 de setembro após decisão do Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE).

Ao todo, 17 suspeitos foram beneficiados pela ordem de soltura na ocasião.

Reviravolta: Polícia Federal assume o caso

Em fevereiro de 2026, uma nova decisão mudou o rumo das investigações. A Justiça Federal em Pernambuco anulou atos da Justiça Estadual.

Com isso, a Polícia Federal (PF) assumiu oficialmente o comando da Operação Integration.

O juiz Cesar Arthur Cavalcanti de Carvalho entendeu que a esfera estadual não tinha competência para julgar crimes federais. Entre eles estão:

  1. Lavagem de dinheiro.

  2. Evasão de divisas.

  3. Crimes contra o sistema financeiro.

Agora, a PF vai reavaliar todo o material colhido. Vale destacar que provas e prisões anteriores não foram anuladas automaticamente, apenas o comando do inquérito mudou.

O que acontece agora?

Enquanto a Polícia Federal investiga os crimes financeiros, a Justiça Estadual cuida apenas da parte relacionada ao jogo do bicho.

Paralelamente, o processo de indenização movido pelo delegado Paulo Gondim segue seu curso.

Deolane Bezerra, que sempre defendeu sua inocência, agora terá que responder judicialmente pelas falas contra o delegado.

O valor de R$ 81 mil pedido por Gondim visa reparar o desgaste à sua imagem pública durante a operação.

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