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Bruno Gagliasso reflete sobre como a pornografia ‘moldou seu imaginário’

Ator contou sobre a pressão que viveu para performar na hora do sexo

24 mai 2026 - 17h30
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Bruno Gagliasso contou sobre a pressão que viveu para performar na hora do sexo
Bruno Gagliasso contou sobre a pressão que viveu para performar na hora do sexo
Foto: Reprodução/O Globo/Youtube

O ator Bruno Gagliasso refletiu como a pornografia consumida durante a adolescência acabou moldando seu imaginário sexual. O marido de Giovanna Ewbank declarou ao videocast 'Conversa vai, conversa vem', do jornal O Globo, que precisou reaprender a fazer sexo ao longo da vida, descronstuindo aquele ideal montado em sua cabeça. 

Segundo o famoso, sua primeira primeira experiência sexual foi com uma garota de programa, aos 13 anos. Ele contou que levaram a profissional até a sua casa e se viu na “obrigação de fazer sexo”. o ator analisa a situação como um reflexo do machismo entranhado na nossa sociedade. 

“Fiquei super nervoso. Só tive consciência de que foi traumática depois de um tempo”, descreveu. “Foi difícil, não foi legal. Fingi que foi bacana. É que nem os filmes, a pornografia é um exemplo claro disso”, continuou.

Gagliasso conseguiu desconstruir esse imaginário vivendo e tendo trocas reais dentro das relações. “Tive que reaprender a fazer sexo”, mencionou ao analisar que é impossível sentir prazer com a performance mostradas nos filmes adultos. 

“Amor é troca, aprender junto. [...] Acho que tem que ter controle sobre isso. Moldou meu imaginário, que fui desconstruindo vivendo, descobrindo junto, tendo relações de troca de fato. Crescendo, lendo, trocando e fazendo muito amor. Na adolescência, você passa a duvidar se realmente gosta de fazer sexo. Porque não é prazeroso nem pra quem está performando. Pode ser pro ego. Depois que descobre como é bom fazer diferente”, explica. 

Ele também trouxe esse panorama para ambos os gêneros, salientando que para a mulher é “terrível” e rola uma pressão enorme para que os homens performem na ‘hora H’. 

“Para o homem também é ruim. As pessoas falam: ‘Ah, porque homem brocha’. Isso porque demos um peso para isso e porque queremos performar daquela maneira. É óbvio que vão ter momentos que vamos broxar. E se brochar, vai se culpar, achar que fraquejou. Reflexos desse machismo estrutural que a gente vê nos cursos por aí”, finaliza. 

Fonte: Portal Terra
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