Betty Faria assume que se envolve em polêmicas na web: 'Compro brigas, mas depois fico chateada'
Durante participação no 'Altas Horas' do último sábado, atriz também relembrou a icônica personagem Tieta
Betty Faria esteve no programa Altas Horas, da TV Globo, no último sábado, 22, e ao ser questionada pelo apresentador Serginho Groisman sobre redes sociais, a atriz de 82 anos destacou a importância de se engajar. Mas a veterana assumiu que, eventualmente, se envolve em algumas brigas virtuais.
"Tenho Instagram e tenho Twitter, sou tuiteira. Gosto de acompanhar as novidades, de saber o que está acontecendo no Brasil e no mundo. Às vezes, entro em umas polêmicas, sabe, gente?", comentou Betty.
E continuou: "Mas, depois, fico chateada, porque apanho. Porque não pode dar opinião, não é? Esta é a fase de não poder dar opinião. Mas eu dou, sim. Dou opinião, sim. Às vezes, compro umas brigas. Acho que a gente não pode calar a boca, não. Tem que falar".
Filha de Betty Faria, Alexandra Marzo é hoje astróloga
Alexandra Marzo, que está no ar na reprise da novela Mulheres Apaixonas, no papel da doce Carola, se afastou da TV em 1999, logo após Suave Veneno, seu último folhetim. Nos últimos anos, ela se dedicou a estudar e praticar astrologia, fazendo mapa astral dos amigos.
Anteriormente, Alexandra teve uma breve experiência, por três meses, como vendedora e design de joias, numa loja num shopping na zona sul do Rio de Janeiro, onde mora. Além de astróloga, ela é roteirista.
Atuação ficou de lado após maternidade
Filha dos atores Betty Faria e Claudio Marzo (1968-2015), Alexandra, de 54 anos, tem uma filha, Giulia Butler, de 20. A jovem estudante de cinema, fruto do relacionamento com Sean Butler, vive atualmente com a avó materna.
Em entrevistas, Alexandra - que tem no currículo 11 novelas, entre elas Top Model e Fera Radical - contou que deixou a profissão de lado para se dedicar exclusivamente ao papel de mãe.
"Fui na contramão de toda essa corrente que terceiriza a educação dos filhos e me dediquei ao papel de mãe. Cresci sem a presença dos meus pais em casa e acabei sendo criada por babás. Não queria que a minha filha crescesse sem mim. Durante esse tempo aprendi a cozinhar, bordar. Me permiti ser mãe por completo e a dar para a minha filha a educação que eu desejava", disse ela, em 2012, ao jornal carioca Extra.