Ana Maria Braga se emociona ao revelar que liga para mãe falecida: 'Ligo para o telefone dela'
Apresentadora desabafou sobre maternidade e disse que gostaria de ter feito mais pelos seus filhos
Ana Maria Braga, de 77 anos, se emocionou ao falar sobre a saudades que sente da mãe, Lourdes Braga, que morreu em 2005, aos 87 anos. Em publicação de homenagem ao Dia das Mães, a apresentadora disse que costuma ligar para o telefone da falecida.
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"De vez em quando, eu tenho uma vontade de ligar pra minha mãe. Eu sei o número direitinho. Pra você ter uma ideia, às vezes eu ligo pro telefone dela. Eu sei o número de cor, mas não existe já há muito tempo", desabafou.
Ana Maria é mãe de Mariana Maffei, de 43 anos, e de Pedro Maffei, de 41 anos, ambos frutos do seu relacionamento com Eduardo Pereira de Carvalho. Na conversa, a apresentadora citou sua vivência com a maternidade.
"Eu particularmente só tive filho quando eu estava muito organizada na vida. Você acaba tendo filho muito jovem e aí, de repente, não está preparada para toda a responsabilidade da maternidade, que é um sacrifício mesmo. Não adianta a gente dizer 'nossa'. Mãe é uma coisa maravlhoso, mas é sacrifício", disse.
A opção tem que ser muito forte, né? Mas eu acho as pessoas mais conscientes hoje em dia do que representa a maternidade. Você lembra mais ou menos que idade você tinha indicada a gravidez? Eu lembro, eu acho que eu fui 30, Mariana foi 32 e o Pedro 34, quatro, que foi bem pertinho um da outra.
De acordo com a apresentadora, ela teve Mariana aos 32 anos, e Pedro aos 34. Ela revelou que, na época, queria ter filhos e deixar um legado para ela e para o mundo.
"Eu me lembro que sempre gostei de dirigir muito, sempre fui muito arrojada no volante. Logo depois que eu tive filhos, mudei o jeito de dirigir. Eu pensava assim: 'Se acontecer alguma coisa comigo, quem vai cuidar?'. Mas mesmo assim, acho que não dediquei tudo aquilo, acho que devia ter feito mais nessa época quando eram crianças", acrescentou.
Complementando o desabafo, Ana Maria afirmou que deixou de aproveitar alguns momentos da infância dos filhos porque precisava trabalhar. No entanto, ela destacou que sabe que fez tudo aquilo que se propôs a fazer e que conseguiu, já que os criou praticamente sozinha após o divórcio.
"Eu não sou aquela sogra que fica lá dando palpite nas coisas. Eu acho que cada um tem que viver a sua fase. Agora, eles decidem o que querem fazer com os filhos, o que querem fazer da vida deles. Eu posso orientar, posso dar a minha opinião, mas a opção é deles e a responsabilidade não é minha", declarou.
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