Script = https://s1.trrsf.com/update-1770314720/fe/zaz-ui-t360/_js/transition.min.js
PUBLICIDADE

Paramount promete lançar 30 filmes por ano nos cinemas após acordo com a Warner

CEO David Ellison afirma que estúdios deverão lançar ao menos 30 filmes por ano nas telonas e descarta estratégia voltada diretamente ao streaming

2 mar 2026 - 16h14
Compartilhar
Exibir comentários
Títulos como Superman renderam R$ 20 bilhões em bilheteria global para a Warner Bros.; Paramount promete dar continuidade ao trabalho do estúdio nos cinemas
Títulos como Superman renderam R$ 20 bilhões em bilheteria global para a Warner Bros.; Paramount promete dar continuidade ao trabalho do estúdio nos cinemas
Foto: DC Studios/Divulgação / Estadão

A Paramount pretende manter e ampliar os lançamentos da Warner Bros. nos cinemas caso a fusão entre as empresas seja concluída. A afirmação foi feita pelo CEO David Ellison durante uma teleconferência com analistas.

De acordo com a revista Variety, ele reiterou o compromisso do novo grupo em priorizar exibições nas salas de cinema e garantir uma janela exclusiva de 45 dias antes da chegada dos filmes às plataformas digitais.

Plano prevê 30 lançamentos anuais

Segundo Ellison, a estratégia prevê a estreia de 15 filmes por ano por estúdio, totalizando pelo menos 30 lançamentos anuais nos cinemas.

"Como temos dito consistentemente, estamos comprometidos em oferecer um amplo calendário de histórias, incluindo 15 filmes para cinema por ano por estúdio, totalizando ao menos 30 filmes anuais", afirmou o executivo.

Ele reforçou que a empresa acredita no papel das salas de exibição para o desempenho das produções. "Nós realmente acreditamos que os filmes devem ser vistos nos cinemas", disse.

A Paramount já projeta ampliar sua produção: após lançar oito filmes em 2025, o estúdio prevê ao menos 15 estreias em 2026. A Warner Bros., por sua vez, lançou 11 filmes no último ano.

Defesa do modelo tradicional

Ellison citou o desempenho da Warner Bros. em 2025, destacando títulos como Superman e Minecraft, que ajudaram o estúdio a alcançar 4 bilhões de dólares, cerca de R$ 20 bilhões, em bilheteria global.

Ao defender o modelo tradicional de distribuição, o executivo mencionou sua experiência à frente da Skydance e comparou resultados de lançamentos no cinema e no streaming. Ele lembrou o desempenho de Top Gun: Maverick, que arrecadou 1,5 bilhão de dólares (R$ 7 bilhões) e, segundo ele, demonstrou o impacto cultural das estreias nas telonas.

"Grandes franquias e propriedades intelectuais são lançadas nos cinemas, ponto", afirmou.

Ellison também reiterou que a companhia não pretende produzir filmes pensados exclusivamente para streaming. "Dissemos desde o primeiro dia que não estaríamos no negócio de fazer filmes diretamente para o streaming", declarou.

O executivo confirmou ainda que o novo grupo manterá uma janela cinematográfica de 45 dias, período em que os filmes permanecem exclusivamente em cartaz antes de chegarem ao streaming.

Estadão
Compartilhar
Publicidade

Conheça nossos produtos

Seu Terra












Publicidade