Essa atriz eternizou uma das personagens mais populares da ficção científica, mas se arrependeu de ter aceitado o papel: "Nunca teria feito isso"
Ela aceitou participar do que seria considerado uma das maiores franquias do cinema, mas não sabia que algumas coisas teriam um preço.
Pânico 3, Clube das Lobas, Pacto Secreto e Meus Vizinhos São um Terror são apenas alguns dos títulos que fazem parte da carreira de Carrie Fisher. No entanto, muitos passam despercebidos, já que a atriz tem em sua filmografia uma das maiores e mais populares franquias de ficção científica da história do cinema.
Aos 21 anos, ela aceitou o que se tornaria o papel mais marcante de sua vida: dar vida à Princesa Leia em seis filmes da saga Star Wars, de 1977 até sua morte, em 2016.
Mas, longe dos holofotes de Hollywood, a atriz enfrentava seus próprios demônios. Como muitas jovens que alcançaram a fama cedo, Fisher precisou lidar com a intensa pressão de ser uma das protagonistas femininas de George Lucas - desde assédios de fãs até a maneira como seu corpo foi exposto em algumas cenas. Em uma de suas últimas entrevistas, ela relembrou o início dessa jornada e, em especial, sua icônica cena de biquini em O Retorno de Jedi, quando é feita escrava por Jabba The Hutt.
Em conversa com o site norte-americano NPR, declarou:
"Foi tipo: 'Onde estou em tudo isso?' … Tenho que ficar com a lesma de língua grande! Quase nua, o que não foi uma escolha de estilo para mim… Não foi minha escolha. Quando [o diretor George Lucas] me mostrou a roupa, achei que ele estava brincando, e isso me deixou muito nervosa. Tive que me sentar bem ereta porque não podia ter linhas nas laterais, como pequenos vincos. Nenhum vinco era permitido, então tive que ficar bem, bem ereta…"
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Artigo original publicado em AdoroCinema
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